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Operação Centurião leva às ruas reforço de 200 policiais dos batalhões especializados

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Lançada no final da tarde desta quinta-feira (15.10) em Cuiabá, a Operação Centurião, da Polícia Militar, diariamente levará às ruas um reforço de 200 policiais dos batalhões Bope, Rotam, Cavalaria, Ambiental e Trânsito, além do Raio, batalhão de moto-patrulhamento em fase de implantação na capital.

Até o dia 31 de dezembro, equipes especializadas estarão em diversas vias e bairros onde há maior incidência de furtos, homicídios, tráfico de drogas, roubos, entre outros crimes em Cuiabá, Várzea Grande e outras cidades próximas.

Esse trabalho é um reforço às ações dos batalhões do policiamento cotidiano e será desenvolvido com rondas táticas, abordagens, checagens, saturação, bloqueios, blitz e outras modalidades de prevenção e repressão à criminalidade.

Durante o lançamento, na Arena Pantanal, o comandante do Cesp (Comando Especializado) Carlos Eduardo Pinheiro da Silva, explicou que a Operação Centurião é similar a Operação Guardião, realizada em três edições em 2019.

A ‘Guardião’, citou Pinheiro, resultou em 400 prisões em flagrante delito, captura de 150 foragidos da justiça, apreensão de 500 quilos de droga e 220 armas de fogo, além da recuperação de 60 veículos. Esses indicadores, destaca, refletem a importância das tropas especializadas nas ruas, ou seja, sendo proativas e não atuando somente em apoio às demais unidades operacionais.

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O comandante geral da Polícia Militar, coronel Jonildo José de Assis, destacou que a Operação Centurião ocorre pelo esforço do Cesp e das tropas especializadas, a exemplo do que ocorreu em 2019, demonstrando a preocupação coletiva em manter em queda os índices crimes.

Assis observou que nesses primeiros dias de operação as tropas das unidades especializadas com sede em Cuiabá estão contando com o reforço de esquipes do Esquadrão Independente de Policiamento Montado (Cavalaria), sediado em Nova Mutum.

De acordo com o comandante geral, há planos de estender uma etapa da Operação Centurião para o interior do Estado, em locais a serem definidos, para reforçar as ações dos comandos regionais. 

  

Fonte: GOV MT

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POLÍTICA MT

Deputado propõe ‘teste do bracinho’ para diagnosticar hipertensão em crianças a partir de três anos

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Projeto de lei é de autoria do deputado Romoaldo Junior

Foto: Ronaldo Mazza

Aprovado na Assembleia Legislativa, o Projeto de Lei nº 700/2019, que visa realizar o “teste do bracinho” para diagnosticar hipertensão arterial em crianças a partir de três anos de idade que receber atendimento na rede pública de saúde de Mato Grosso. Considerado simples, o exame é feito com o esfigmomanômetro, mesmo aparelho que afere a pressão arterial de adultos. O teste é indolor e não gera despesas para o poder público, uma vez que todas as unidades de saúde já fazem uso do equipamento para avaliar a pressão arterial dos pacientes em geral.

Avaliada como um problema de saúde pública pela Organização Mundial de Saúde (OMS), uma vez que o número de casos não para de crescer, a pressão alta é chamada de “mal silencioso”, pois age sem fazer alarde, afetando pessoas de todas as idades e condições sociais, não poupando sequer crianças e adolescentes.

O autor da propositura, deputado Romoaldo Júnior (MDB), recomenda que, além da realização do exame, o poder público se responsabilize por organizar campanhas educativas para divulgar o tema, enfatizando a importância do diagnóstico precoce da doença.

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“O objetivo é identificar precocemente se a criança possui nível elevado de pressão arterial e iniciar o tratamento o mais rápido possível”, explicou o parlamentar, que é hipertenso e conhece de perto o problema.

Hipertensão arterial – Pesquisas indicam que a elevação de pressão na infância representa riscos para que a enfermidade se manifeste, mais tarde, na vida adulta. Por outro lado, filhos de pais hipertensos devem redobrar os cuidados com a prevenção desde cedo, porque a pressão alta é hereditária, crônico-degenerativa, que ataca os vasos sanguíneos e pode provocar graves lesões no coração, cérebro, rins, membros e outras grandes artérias. A hipertensão arterial pode estar presente em crianças com doenças renal, cardíaca e obesidade, tendo este último fator incidência crescente associada ao sedentarismo, alimentação industrializada com excesso de sal e gordura e uso abusivo de videogames e televisão. 

Fonte: ALMT

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