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Primeira-dama atende comunidade Mata Grande com alimentos e cobertores

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Metade de um pacote de arroz. Era isso o que havia na dispensa da casa da senhora Leidiane de Souza Lima, antes da Campanha “Vem Ser Mais Solidário” chegar na comunidade Mata Grande, localizada na zona rural do município de Chapada dos Guimarães (a 127 km de Cuiabá).  Na manhã desta sexta-feira (02.10) a ação liderada pela primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, entregou 123 cestas básicas as famílias carentes da região que enfrentam dificuldades neste período da pandemia.

A iniciativa do Governo de Mato Grosso também atendeu os moradores com cobertores do programa ” Aconchego”. De acordo com a secretária de Estado de Assistência Social e Cidadania, Rosamaria Carvalho, a intenção das ações solidárias é alcançar o maior número de pessoas.

“A pedido da primeira-dama já atendemos milhares de famílias e vamos continuar percorrendo vários municípios com alimentos e cobertores. O nosso objetivo é agora e após a pandemia, de forma permanente, garantir a segurança alimentar e o mínimo de dignidade humana “, explica

Conforme a presidente da associação dos pequenos produtores de Serra Cima da comunidade, Gladys Pacheco Bezerra, a maioria dos moradores trabalham nas fazendas e com a chegada da pandemia houve uma diminuição na contratação.

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“Com essa pandemia a situação ficou bem difícil, boa parte deles são trabalhadores braçais, então estamos muito agradecidos por essa entrega, que veio na hora que muitas famílias estão necessitadas”, ressaltou

Responsável pelo sustento de sua casa, Agnelo dos Santos Guimarães, 38 anos, um dos contemplados, comentou que a cesta chegou em um momento certo. “Como estou desempregado agradeço a primeira-dama por essa parceria que ajuda minha família e todos aqui da minha comunidade”, externou

As famílias assistidas pela Comunidade Terapêutica Tenda de Abraão, também foram beneficiadas com 200 cestas básicas, nesta sexta-feira. A secretária Rosamaria Carvalho e adjunta de Cidadania e Inclusão Socioprodutiva, Rosi Porcionato, acompanharam as entregas.

Raimundo de Assis, um dos fundadores do espaço, contou que o local atualmente conta com 200 jovens entre homens e mulheres e se mantém por meio de doações. “Todo o nosso trabalho é desenvolvido por meio de doações então, agradeço a primeira-dama por ter se prontificado em nos ajudar e quero dizer que só Deus pode pagar por esse ato generoso”, disse.

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A entidade filantrópica é voltada para prevenção, desintoxicação, recuperação, e a ressocialização de pessoas com dependência química na sociedade. O trabalho é realizado exclusivamente para a conscientização da problemática, pois a dependência química é uma doença lenta, incurável, progressiva e fatal. O programa tem duração de nove meses podendo ser estendido conforme a evolução do acolhido.

Fonte: GOV MT

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Autoridades querem o Pantanal na agenda nacional de debates

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Audiência pública sobre a retomada do BID Pantanal foi requerida por Wilson Santos

Foto: ANGELO VARELA / ALMT

Em mais uma audiência pública de discussão sobre a retomada do programa BID Pantanal, que ocorreu na terça-feira (27), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, requerida pelo deputado Wilson Santos (PSDB), ficou latente a necessidade de se colocar o Pantanal como tema na agenda nacional.

“Mato Grosso não possui programa para o Pantanal. Mato Grosso do Sul também não, nem o governo federal, agora achamos esse tesouro”, disse o deputado Wilson Santos durante a audiência que teve a participação de várias personalidades, como do jornalista e ex-deputado federal Fernando Gabeira, além de representantes dos dois estados, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

O deputado mato-grossense fez questão de informar que a Presidência da República já determinou ao Ministério do Meio Ambiente para se posicionar oficialmente sobre o programa BID Pantanal.

A intenção é resgatar o programa elaborado no governo Dante de Oliveira, que foi aprovado pelo Banco Interamericano e pelo governo federal em 2001, mas não teve continuidade por falta de vontade política. O programa previa US$ 400 milhões a fundo perdido para sua implantação, divididos entre Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

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Cada estado receberia hoje um aporte de aproximadamente R$ 1 bilhão, recursos que vinham do Banco Interamericano de Desenvolvimento, do governo japonês, do governo federal e pequena contrapartida dos dois estados. As autoridades dos dois estados e do governo federal firmaram o compromisso de trabalhar pela retomada do programa, que interessa a todos.

Os Parlamentos estaduais de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul vão propor alterações no projeto original do programa BID Pantanal para colocá-lo em prática. Após a aprovação do governo federal, uma equipe técnica formada pelos dois estados vai começar a trabalhar na recomposição. “Nós temos as condições políticas para fazer isso, trazendo pessoas especializadas no setor para debater e atualizar as propostas”, destacou o deputado estadual Carlos Avallone (PSDB) durante a audiência.

Segundo o parlamentar, a iniciativa de retomada do programa é muito importante, em razão, principalmente, do recente incêndio florestal que consumiu 22% da área pantaneira. “Temos que pensar numa política pública como um todo e esquecer a divisa entre os dois estados. Trata-se de um ecossistema único e que precisa de cuidados dos dois estados”, disse Avallone.

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Conforme Avallone, “a não execução do BID Pantanal em 2003 foi um crime contra a natureza, e depois de 20 anos, as consequências desse crime surgem com clareza através das queimadas e incêndios nos dois estados. Se tivéssemos tomado os cuidados que o programa previa, provavelmente não teríamos esse desastre nas proporções de hoje”, destacou.

O projeto é um benefício para o Pantanal, contemplando todas as vertentes de preservação, educação ambiental, manejo adequado e sustentabilidade das atividades econômicas, como a pecuária e o turismo.

O jornalista Fernando Gabeira, que teve seu nome sugerido para ser o embaixador do Pantanal mato-grossense pelo deputado Wilson Santos, durante a audiência pública, destacou que hoje o Pantanal interessa mais aos organismos internacionais do que aos próprios estados. “Todos querem alavancar recursos para o Pantanal que precisa, inevitavelmente, de ser parte da agenda nacional de debates”, disse.

“Os dois estados precisam se adaptar melhor em relação ao Pantanal”, disse a secretária de Meio Ambiente de Mato Grosso, Mauren Lazaretti. Conforme a secretária, os dois estados precisam de um planejamento mais consistente para evitar outro desastre de incêndios, como ocorreu este ano, em que cerca de 22% do território do Pantanal foi consumido pelo fogo.

Fonte: ALMT

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