POLÍTICA MT

Professores de MT defendem ensino profissionalizante em artigo de revista científica nacional

Publicados

em


.

A conceituada revista on-line Brazilian Journal of Development, na edição de agosto de 2020, publicou o artigo “Educação profissional, reflexão e mercado de trabalho: a experiência de uma egressa do curso técnico em açúcar e álcool”, de autoria da servidora da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), Julianne Caju de Oliveira Souza Moraes, em parceria com o professor da Fatec, Paulo Cesar Fernandes da Rosa Junior.

Segundo Julianne, que é professora da Escola Técnica do Estado (ETE) de Rondonópolis, ela se uniu a Paulo, seu colega de mestrado, para contar por meio deste artigo a experiência e percepções de uma aluna do curso técnico, com o propósito de ressaltar a importância do ensino profissionalizante para o cidadão.

“Nós já escrevemos outros artigos juntos e este último, elaboramos durante este período de pandemia e isolamento social. Este trabalho é fruto das nossas experiências em educação profissional, dos nossos estudos sobre educação e das nossas pesquisas nas áreas de ciências humanas e sociais. E conseguir emplacar um artigo nesta revista tão conceituada nos deu muito orgulho, é uma forma de reconhecimento e incentivo ao nosso trabalho, além de concretizar nossos esforços”, comentou a professora Julianne Caju.

Leia Também:  Tamanduá vítima de incêndios florestais é atendido em posto de resgate na Transpantaneira

Paulo ressalta que a repercussão do tema em uma revista deste gabarito pode fomentar e ampliar as discussões sobre educação profissional e o mercado de trabalho.

“A educação profissional não é simplesmente carregar o aluno de conhecimentos ou de habilidades que ele utilizará em um emprego, mas também é uma forma de construir a identidade do estudante”, falou o professor.

Julianne reforça que a educação profissional vai além da capacitação e a conquista de um emprego, pois pode contribuir para mudar o contexto social e transformar a vida de uma pessoa.

“Esta aluna citada no artigo, por exemplo, entrou no curso com uma determinada visão, mas no decorrer dos estudos ela passou a ter outras percepções sobre o mercado e a ver outras possibilidades, como prestar o Enem e conseguir uma vaga em uma universidade”, comentou.

O superintendente de Educação Profissional e Superior, Aryeh Hessel Craveiro, ressalta que por meio de parcerias muitas ações e trabalhos positivos são realizados.

“A união agrega muito mais quando se trata de processos educacionais, neste caso, temos a Seciteci com a Fatec, que desenvolveram este material que servirá para toda a sociedade, pois traz um relato da experiência de uma aluna de um curso técnico e o seu processo de aprendizagem, que poderá servir base para futuras pesquisas”, disse.

Leia Também:  Crimes de homicídio, roubo e furto reduzem em Cuiabá e Várzea Grande

Quem quiser ler o artigo, pode acessar AQUI.

A revista

O artigo foi publicado no v. 6, n. 8 da Revista, que é exclusiva para divulgação de artigos e materiais acadêmicos, e muito bem avaliada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), ligada ao Ministério da Educação (MEC).

O Brazilian Journal of Development (BJD) surgiu com percepção de alguns professores brasileiros de que o tema “desenvolvimento” carece de mais meios de divulgação de pesquisas científicas. Trata-se de uma publicação cujo objetivo é difundir o conhecimento na área do desenvolvimento.

Fonte: GOV MT

Propaganda

POLÍTICA MT

Violência no trânsito custou R$ 28,5 milhões para a Saúde de Mato Grosso em 5 anos

Publicados

em


.

Dados estatísticos do Sistema Único de Saúde (SUS) apontam que, no período de 2014 a 2018, ocorreram mais de 26 mil internações ao custo de R$ 28,5 milhões em Mato Grosso. No país, foram R$ 14 bilhões em custos para o SUS somente no ano de 2019.

Esses dados são considerados alarmantes pelas autoridades de trânsito e por profissionais da área da saúde pública estadual e estão em debate no I Encontro Mato-grossense de Mobilidade Segura e Vida no Trânsito, realizado pelo Governo do Estado, por meio de diversas secretarias e órgãos do Executivo.

O evento é realizado no momento em que se completa 10 anos de existência do Programa Vida no Trânsito – instituído pelo Ministério da Saúde. Desde 2019 que o assunto passou a ser tratado de forma integrada por diversas áreas do Governo Estadual, que instituiu o Comitê Intersetorial do Programa de Vida no Trânsito, com coordenação central no âmbito da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT).

A primeira parte da programação do evento teve início na última sexta-feira (18.09), com transmissão de palestras de doutores e especialistas em mobilidade, arquitetura urbana e em saúde coletiva, que trataram de temas voltados para a promoção da paz, da saúde e da segurança no trânsito. O encontro também contou com a presença de autoridades estaduais da área do trânsito.

De acordo com os membros do Comitê que representam a pasta da saúde estadual, Rosiene Rosa Pires, coordenadora de Promoção e Humanização da Saúde, e Aparecido Samuel de Castro, coordenador do Comitê, o trânsito passou a integrar as ações de promoção da saúde no âmbito da SES desde 2019, em razão do alto índice de internações causadas por acidentes e violência no trânsito.

Leia Também:  Planejamento, fiscalização, dinheiro público bem aplicado e parcerias são receita para grandes resultados, afirma titular da Sinfra

O processo de implantação deste serviço contou com o apoio técnico do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). A finalidade é interferir na realidade do trânsito para a promoção de melhorias na segurança e para a promoção da paz e da saúde nessa área.

Mobilidade um direito social

De acordo com a representante do Conass, Mércia Gomes Oliveira de Carvalho, doutora em ciência na área da saúde pela Universidade de Brasília (UnB), a violência no trânsito é a segunda causa de morte no país, sendo os jovens na faixa etária de 20 a 39 anos de idade as principais vítimas, de acordo com dados do Ministério da Saúde no ano de 2017.

A arquiteta e consultora em urbanismo da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Silmara Vieira, enfatiza que a mobilidade é um direito social e que dá acesso a outros direitos da cidade, considerando que 80% da população brasileira residem em área urbana. Para a arquiteta, a violência de trânsito pode ser evitada, com medidas de intervenção na engenharia da mobilidade, voltadas para a segurança e para a saúde das pessoas. “As cidades ainda são planejadas para os veículos e não para as pessoas”, destacou.

Leia Também:  Contribuintes podem retificar declaração de estoque até 31 de dezembro

Para o presidente do Conselho Estadual de Trânsito (CETRAN-MT) e diretor executivo do DETRAN, José Eudes, o trânsito está interferindo na saúde do cidadão. A mudança de comportamento deve existir para que se promova a cultura de paz no trânsito.

Acidentes e pandemia

O representante do Batalhão da PM de Trânsito, o 1º Tenente da PM Carlos Manoel Sanches destaca o alto índice de acidentes com motos, que ocupa o primeiro lugar no ranking de acidentes e violência no trânsito, no ano de 2019. “É alarmante essa quantidade de acidentes e gera um impacto grande em diversas áreas e especialmente na esfera da saúde pública”, enfatizou.

Segundo dados da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, no período de janeiro a agosto dos anos de 2019 e 2020, houve uma diminuição a partir de março em razão da pandemia e do isolamento social. Porém, com a flexibilização da mobilidade social, já houve aumento das ocorrências.

Serviço

O evento conta com transmissão em tempo real, via canal do YouTube da Escola de Saúde Pública (ESP-MT) e a programação prossegue até o dia 21 de setembro.

A programação do I Encontro Mato-grossense de Mobilidade Segura e Vida no Trânsito pode ser acessada pelo link: http://www.saude.mt.gov.br/upload/noticia/1/arquivo/170920110630-SES-MT-A-programacao.pdf

Fonte: GOV MT

Continue lendo

MOMENTO POLICIAL

MOMENTO DESTAQUE

MOMENTO MULHER

MOMENTO PET

MAIS LIDAS DA SEMANA