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Projeto de lei institui licença para servidores que doarem medula óssea

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Brasil possui mais de 5 milhões de pessoas cadastradas no Redome

Foto: Fablício Rodrigues / Secretaria de Comunicação Social

Deputado Dr. Gimenez propõe abono ao servidor público estadual para estimular doações

Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

Um levantamento da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO) revelou que houve uma queda em mais de 30% no número de doações de medula óssea desde o início da pandemia. Para buscar reverter este quadro, o Projeto de Lei (PL) nº 876/2020 autoriza o governo estadual a criar uma licença para doadores do serviço público estadual.

Conforme o autor da proposta, o deputado estadual e médico Dr. Gimenez (PV), essa licença será constituída de três dias de abono a ser concedida a servidores públicos estaduais que doarem o tecido. Essa é uma forma de incentivar o aumento no número de doadores e também a sua frequência na doação.

“É preciso estimular ao máximo a realização de doações de medula óssea, facilitando aos doadores a realização deste ato, que tem por objetivo dar uma expectativa de vida a quem dele necessita. É um ato de humanidade e de solidariedade por parte de nossos servidores em benefício da vida”, avalia Dr. Gimenez.

O Brasil é um país atuante nesta área, possui mais de 5 milhões de pessoas cadastradas no Redome (Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea), mas ainda segundo números da ABTO, houve neste ano, entre janeiro e junho, uma queda em quase 20% no número de transplantes no país. Em Mato Grosso, até março, estavam cadastrados 65,4 mil doadores.

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Sobre a licença estabelecida no artigo 1º do PL 876, refere-se ao dia da doação e os dias subsequentes da recuperação do servidor, não podendo ser transferida em hipótese alguma. Também não poderão ser concedidas mais de uma licença para doação de medula óssea por ano. Mas caberá ao poder público estadual a implementação da proposta.

 “Cadastrar-se não significa que a doação será feita naquele momento. No caso da doação de medula óssea, são retirados 10 ml de sangue para avaliar a compatibilidade do doador com pacientes que precisam do transplante. Os dados ficam registrados e, se em algum momento houver alguém compatível, o voluntário é procurado para decidir sobre efetivar a doação. Por isso, é extremamente importante manter todos os dados pessoais atualizados”, frisa o parlamentar.

A medula óssea é um tecido gelatinoso que fica no interior dos ossos e é responsável por fabricar células sanguíneas, sendo o transplante uma opção de tratamento recomendada em alguns casos de doenças que afetam essas células, como leucemias e linfomas. O procedimento consiste na substituição de uma medula óssea doente ou deficitária por células normais desse tecido, para que se possa reconstituir uma medula nova e saudável.

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Tipos de transplante – São dois tipos, o autólogo, pelo qual as células são retiradas do próprio paciente (opção utilizada em casos em que a doença não tem origem na medula e, portanto, o tecido do paciente produz células saudáveis); e o alogênico, em que as células são doadas por outra pessoa. Nesse segundo caso, a primeira ação é buscar um doador na família.

A chance de compatibilidade entre irmãos de mesma mãe e mesmo pai é de 25%. Quando não há nenhum familiar compatível, o doador é procurado no Redome, que reúne informações de voluntários no Brasil e também é responsável por buscar doadores nos registros internacionais. Para se cadastrar, basta ir a um hemocentro com documento de identidade. Não é necessário agendamento.

Para fazer a doação – É necessário ter entre 18 e 55 anos, estar em bom estado geral de saúde, não ter doenças infecciosas ou incapacitantes, doença neoplásica (câncer), hematológica (do sangue) ou do sistema imunológico. No estado, os doadores devem procurar o MT Hemocentro, localizado na Rua 13 de junho, n° 1.055, que funciona de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 17h. Mesmo com a pandemia, o serviço continua funcionando normalmente. Contato: (65) 3623-0044, ramal 222.

Fonte: ALMT

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Mais de 12 mil pessoas participaram da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia

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Cerca de 12 mil pessoas participaram da 17ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) realizada de forma totalmente virtual pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), entre os dias 20 e 23 de outubro. Nesta sexta-feira (23), no encerramento do evento, 40 premiações foram conferidas aos vencedores da XII Mostra Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (MECTI) e da Maratona Teen 2020.

Segundo a superintendente de Desenvolvimento Científico Tecnológico e de Inovação da Seciteci, Lectícia Figueiredo, o objetivo principal do evento foi alcançado e a estimativa de público superada.

“Ainda que de forma virtual conseguimos fomentar e popularizar a ciência, e justamente por ser de on-line, até pessoas de outros lugares do mundo puderam nos acompanhar. Recebemos cerca de 9 mil inscritos para o evento e mais uns 3 mil participaram pelo Youtube, além disso tivemos aproximadamente 85 mil visualizações nas plataformas, então estamos muito felizes com este resultado”, disse.

Para os vencedores da MECTI foram distribuídos 25 prêmios e a lista de alunos está disponível no site oficial do evento AQUI.

Dois alunos ensino fundamental e quatro do ensino técnico, ganharam prêmios nas categorias: ciências, engenharias e economia criativa. Cada um recebeu um smartphone e um óculos de realidade virtual.

Dezesseis alunos do Ensino Médio se sagraram vencedores nas categorias: ciências, engenharias e economia criativa. O prêmio para eles foi uma bolsa de Iniciação Científica Junior (ICJ), durante 12 meses, ofertadas pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ) e pela Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat).

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A aluna Maria Eduarda Dede Cavalcante, da Escola Estadual Gov Jose Fragelli, de Cuiabá,  foi a vencedora do prêmio da Feira Brasileira de Ciência e Engenharia (Febrace) da Universidade de São Paulo (USP). Ela apresentou um projeto para a elaboração de uma barra de cereal para atletas.

A aluna Kayllane Fabian Duarte da Costa, da Escola Estadual Presidente Médici, de Cuiabá, ganhou a premiação oferecida pelo Instituto Farmun. Ela apresentou um projeto de barragem subterrânea ecológica, para prevenir o déficit hídrico do solo e foi premiada com um Curso de inglês pelo Wiseup, um intercâmbio de estudos nos Estados Unidos por um período mínimo de três meses e a escola dela levou uma premiação no valor de R$ 25 mil, para desenvolver um projeto elaborado entre a escola e o Instituto Farmun.

A coordenadora do Instituto Farmun, Juliana Pasqualino, ressaltou a importância de apoiar e investir em projetos e iniciativas científicas, para o desenvolvimento e progresso do Estado.

“A premiação é uma forma de incentivar e motivar estes jovens cientistas a continuar estudando e desenvolvendo os projetos deles. A nossa expectativa é que eles cresçam cada dia mais e se tornem grandes cientistas e que também sejam revelados novos  cientistas para o mundo” diz.

Ao todo foram entregues 13 premiações para os integrantes das três equipes vencedoras da Maratona Teen 2020.

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Em primeiro lugar ficou a equipe FabDev (com 5 pessoas), que ganhou um curso em Programa de Educação Tecnológica e uma mentoria de 5 horas, oferecidos pelo Instituto Jovem Empreendedor (IJE). Ganharam ainda uma mentoria para desenvolvimento do Canvas Social e da Estratégia para 2021, além de 5 horas de consultoria e conexões com mentores internacionais e um óculos de realidade virtual para cada membro da equipe.

Em 2º e 3º colocados as equipes Tech Learning (com 4 pessoas) e  The Script (com 4 pessoas), respectivamente, ganharam uma mentoria de 5 horas oferecida pelo IJE e um óculos de realidade virtual para cada integrante das equipes.

Além disso, duas alunas ganharam prêmios por engajamento nas redes sociais, a aluna com o maior número de curtidas em seus projetos ganhou um livro, um pendrive e um óculos de realidade virtual. A segunda colocada, com mais curtidas ganhou um óculos de realidade virtual.

A 12ª MECTI foi realizada em parceria com o Instituto Farmun e contou com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ) e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI)

São parceiros da SNCT a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), o Instituto Farmun, a Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (FIEMT), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e a empresa Titânia Telecom.

Fonte: GOV MT

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