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Projeto de lei quer obrigar uso de colete salva-vidas em lagos, rios e cachoeiras

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Foto: Marcos Lopes

Mato Grosso registrou até o mês de agosto, 76 mortes por afogamento este ano, conforme informações da Secretaria Estadual de Saúde (SES). A partir destes dados, o deputado estadual Paulo Araújo (Progressistas), apresentou o Projeto de Lei n° 891/20 que torna obrigatório uso de colete salva-vidas pelos frequentadores de lagos, lagoas, rios, riachos, represas e cachoeiras, mesmo que para lazer.

O texto acrescenta multa a ser aplicada em caso de descumprimento do disposto nesta lei, por dolo ou culpa, sujeita os infratores, pessoas físicas ou jurídicas, ao pagamento de 10 Unidades Padrão Fiscal do Estado de Mato Grosso (UPF-MT) e em caso de reincidência ao décuplo (dez vezes a mesma quantia) deste valor.

Araújo explica que os casos de afogamento em Mato Grosso ocorrem principalmente em águas naturais, pelo grande número de rios e cachoeiras existentes no estado. “São estes os locais de maior perigo, onde ocorrem o maior número de mortes em Mato Grosso. Entende-se, portanto, que o pequeno inconveniente pelo uso do colete salva-vidas durante os momentos de lazer e prática de esportes, é insignificante quando confrontado com os benefícios que podem advir em uma situação de emergência”, afirmou o progressistas.

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De acordo com o 2° e 4° artigo da proposição, a obrigatoriedade do uso do colete salva-vidas por tripulante e por passageiro de embarcação de transporte de passageiros sem cabine habitável ou de moto aquática, empregada em navegação de rios, lagoas, riachos, represas e cachoeiras. E em caso de descumprimento, haverá responsabilização civil, criminal e aplicação de multa, nos termos da legislação vigente a data do fato.

Tramitação A proposta está tramitando em fase inicial na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) e será analisada pelas comissões de Comércio e Turismo; e de Constituição, Justiça e Redação (CCJR).

Fonte: ALMT

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MTI lança podcast para falar de cultura da informação, tecnologia e inovação

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A Empresa Mato-grossenses de Tecnologia da Informação (MTI) lança o podcast MTI TIC Talk para falar de cultura da informação, tecnologia e inovação, nesta terça-feira (27.10). O primeiro episódio do programa debate sobre a GPT-3, uma inteligência artificial generalista que vem causando polêmica no meio tecnológico.

“GPT-3: O Exterminador de Futuro!?” É com essa provocação que a MTI abre o primeiro episódio do programa que pretende debater o uso de novas tecnologias e seus desdobramentos éticos e filosóficos.

“A utilização da Inteligência artificial está se tornando cada vez mais comum no nosso dia a dia. A GPT3 levantou debates nos fóruns e comunidades de tecnologia nos últimos tempos, devido à extensa base de conteúdo utilizada para seu treinamento trazendo uma verossimilhança com a realidade nunca vista antes”, afirma um dos participantes do programa e analista da MTI, Guilherme Campos.

Traduzido do inglês- Generative Pre-training Transformer 3 (GPT3) é um modelo de linguagem autoregressivo que usa aprendizado profundo (deep learning) para produzir texto semelhante ao humano. Desenvolvido pela OpenAI baseado em machine learning (aprendizado de máquinas), possui a capacidade de escrever diversos tipos de gêneros textuais com grande verossimilhança a qualquer trabalho executado por um humano, inclusive, linguagem de programação.

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Contudo, essas possibilidades também levantaram uma série de questionamentos e preocupações. Por conta de um imenso banco de dados, com todo tipo de conteúdo, o GPT-3 também pode reproduzir conteúdos de ódio, como xenofobia, racismo e machismo. “Algumas experiências mostraram o quão problemático o GPT3 pode ser e nós enquanto programadores precisamos estar atentos a seus possíveis desdobramentos”, afirmou uma das apresentadoras do programa, a analista da MTI, Sayuri Arake Joazeiro.

MTI TIC TALK

A ideia da criação de um podcast para poder abordar novas tecnologias e os seus impactos surgiu dos próprios colaborares da empresa. O MTI TIC Talk é uma das mais de 50 ideias inovadoras analisadas pela Unidade de Gestão Estratégica de Inovação da MTI no último ano.

O nome surgiu da junção das siglas TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação) e Talk (falar, traduzido do inglês). O programa terá periodicidade mensal. “Todo mês pretendemos convidar parceiros, colegas e colaboradores da MTI para debater sobre aquilo que a gente mais gosta, tecnologia”, afirmou Patrícia Ladislau, analista da MTI e uma das criadoras, do podcast.

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Para ouvir o programa você pode acessar o anchor.fm/mtitictalk  ou acessar as principais plataformas de streaming de áudio.

O primeiro episódio do MTI TIC Talk contou com a participação do secretário adjunto da Seplag, Sandro Brandão, e dos analistas de TI, Guilherme Campos e Kivson Andrade. O programa contou com a mediação das analistas Sayuri Arake e Patrícia Landislau.

Fonte: GOV MT

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