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Seduc, assessorias e Cefapros avaliam aulas não presenciais

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A secretária de Estado de Educação, Marioneide Kliemaschewsk, se reuniu, nesta quarta-feira (02.09), com os assessores pedagógicos e diretores dos Centros de Formação e Atualização dos Profissionais da Educação Básica (Cefapros) para avaliação das aulas não presenciais, que completaram um mês de realização, computadas como carga horária. Participaram da reunião, que foi dividida em três momentos, os formadores dos 15 polos dos Cefapros e os assessores das 98 assessorias pedagógicas.

Segundo a secretária, a reunião teve como foco três pontos. Primeiro, foi a avaliação dos assessores e diretores dos Cefapros sobre a formação dos professores na plataforma Teams. Segundo, para exporem como estão fazendo para acompanhar o planejamento pedagógico estratégico das unidades educacionais e, terceiro, para que fizessem uma avaliação da participação e envolvimento dos alunos, de seus respectivos municípios, nas aulas remotas.

“Precisamos vencer os desafios e encontrar formas para a melhoria dos processos de ensino-aprendizagem e acredito que essa missão não é apenas da Seduc, mas de toda a rede. Vamos construir juntos as possibilidades e soluções para os trabalhos que serão desenvolvidos nesse momento de pandemia”.

A secretária destacou ainda que está ciente de que a qualidade do ensino nas aulas remotas não será a mesma que aquela ofertada nas aulas presenciais, com um professor em sala de aula. Por isso, a Seduc já trabalha com a possibilidade de fazer um plano de recuperação da aprendizagem para ser implantado assim que as aulas presenciais retornarem.

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Os assessores pedagógicos e professores dos Cefapros tiraram dúvidas e falaram dos desafios, dos avanços e das experiências positivas de cada um.

Conforme destacou a diretora do Cefapro de Rondonópolis, Valdelice de Oliveira, a reunião foi muito positiva, pois a partir desse diálogo com a Seduc surgem boas práticas e boas políticas para fazer com que as aulas não presenciais funcionem e os professores sejam cada vez mais proficientes no uso das tecnologias. “Estamos muito felizes em poder auxiliar a Seduc na formação dos professores e construir um elo forte de comunicação com as escolas”.

A diretora ressaltou ainda que um dos desafios a serem vencidos é a limitação de internet em alguns municípios. Porém, eles também têm boas histórias e bons exemplos de trabalhos de professores, principalmente de escolas do campo, que estão fazendo um grande esforço para que os materiais impressos cheguem aos seus alunos. “Existe uma força tarefa e o envolvimento de muita gente para que tudo isso dê certo. Estamos nos adaptando e tentando tirar o melhor proveito dessa situação, que chamamos de o novo normal”, ressaltou.

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Para Erika Motta, assessora pedagógica do município de Apiacás (a 1010 quilômetros de Cuiabá), a reunião foi uma oportunidade para exporem a realidade e as dificuldades de seus municípios, porém, também foi a oportunidade para apresentar os pontos positivos de seus trabalhos.

“Como a própria secretária diz, nós somos um braço da Seduc nos municípios e essa reunião veio ao encontro dos nossos anseios, pois conseguimos sanar dúvidas e ter o retorno de algumas situações que precisávamos esclarecer”, disse.

Ruty Nely, assessora pedagógica de Alto Araguaia (a 415 quilômetros de Cuiabá) também avalia essas reuniões como proveitosas, pois estreita laços e os aproxima com a Seduc, fazendo com que conheçam o trabalho um do outro. “A nossa prioridade são os alunos e precisamos fazer todo o possível para que alcancem o sucesso na aprendizagem. Acredito que com o empenho de toda a equipe da Seduc, da nossa assessoria e da gestão das escolas, que precisam falar a mesma língua, vamos fazer com que esse sucesso seja alcançado, mesmo nesse tempo tão difícil em que estamos vivendo”, observou.

 

Fonte: GOV MT

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Audiência pública vai discutir o resgate do programa BID Pantanal

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Audiência pública virtual é proposta do deputado estadual Wilson Santos

Foto: Marcos Lopes

Uma audiência pública virtual, proposta pelo deputado estadual Wilson Santos (PSDB), vai debater a possibilidade de recuperar recursos do programa BID Pantanal, criado em 1995 e paralisado em 2003, que previa investimentos de US$ 400 milhões no Pantanal de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. A audiência virtual será na próxima quarta-feira (30), às 15 horas, no Edifício Dante Martins de Oliveira, sede da Assembleia Legislativa, presencialmente, e pela plataforma Zoom para os convidados.

Segundo o deputado, mais de US$ 175 milhões do programa BID Pantanal ficaram a fundo perdido. “Nós tínhamos, a fundo perdido, mais de 175 milhões de dólares para saneamento básico dos municípios pantaneiros e para a capital, para educação ambiental e prevenção ao fogo no Pantanal. Tudo estava previsto no programa BID Pantanal”, diz o deputado, autor da convocação da audiência pública.

O BID Pantanal foi um programa com financiamento de US$ 400 milhões pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), governo japonês, governo federal e dos estados, com o objetivo de elaborar ações nas mais diversas áreas, como águas, solos, agrotóxicos, conservação da fauna, saneamento, economia, estradas, parques e reservas.

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O programa foi criado em 1995, durante o governo de Dante Martins de Oliveira (in memoriam), e foi amplamente debatido com a sociedade, de 1996 até 2001, quando foi interrompido por suspeitas no processo licitatório. Em 2003, o programa foi cortado pelo governo federal.

“Precisamos resgatar o BID Pantanal para apoiar esses municípios pantaneiros, que apesar de serem historicamente importantes e com uma população relevante, possuem Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) muito baixo e limitado economicamente por estar em uma área de proteção com restrições ambientais, o que impede o desenvolvimento econômico”, destaca o deputado.

“Estou propondo uma discussão mais profunda sobre o tema. A ideia é discutir um novo programa. Quem sabe possamos recuperar um pedaço do BID Pantanal e salvar esses recursos”, destacou o parlamentar.

Fonte: ALMT

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