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Ser Família Emergencial contempla 979 famílias em cidades da fronteira

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Seiscentas e trinta famílias de Vila Bela da Santíssima Trindade e 349 de Pontes e Lacerda, ambas da região de fronteira com a Bolívia, receberam o cartão Ser Família Emergencial, no valor de R$ 150 para ajudar as familias mais carentes na compra de alimentos. O benefício mensal será executado durante cinco meses.

Idealizado pela primeira-dama Virginia Mendes, o programa emergencial vai atender 100 mil famílias com renda per capita de até R$ 89. Ao todo serão investidos R$ 75 milhões, sendo R$ 50 milhões em recursos do Governo do Estado, R$ 10 milhões da Assembleia Legislativa e R$ 15 milhões em emendas do senador Jayme Campos.

Moradora de Pontes e Lacerda, a diarista Ivanir Clara de Souza, 36 anos, e mãe de dois adolescentes, disse que a ajuda chega em boa hora. “Eu pego cesta básica todo mês na secretaria de assistencia social, mas não tem produtos de limpeza e a mistura. Com esses R$ 150 vou comprar esses  itens que não vem na cesta. Esse cartão vai fazer toda diferença”.

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Ela recebeu o cartão da mão do secretário de Segurança Pública, Alexandre Bustamante, que representou o governador Mauro Mendes e a primeira-dama Virginia Mendes na região. Todos os secretários de Estado fizeram entrega do benefício em todo o Estado.

“Em Pontes e Lacerda e Vila Bela da Santíssima Trindade, juntas, o investimento mensal será de R$ 146,5 mil em gêneros alimentícios, beneficia as famílias e movimenta o comércio local, selecionado para receber o cartão Ser Família. Se o Governo está em condições de ajudar as famílias é porque o governador Mauro Mendes fez o dever de casa, cortou gastos e hoje executa o maior programa de investimentos o Mais MT”, destacou o secretário Bustamante.

Para o prefeito de Vila Bela da Santíssima Trindade, André Bringsken, o Ser Família emergencial é um dos programas mais bem-vindos nesta situação da pandemia. “Muitas famílias vulneráveis, de baixa renda estão precisando do auxílio. Parabéns ao governador Mauro Mendes, a primeira-dama Virginia Mendes, a secretária de Assistencia Social Rosamaria que estão empenhando em buscar essas famílias, localizando e dando a contribuição não em dinheiro, mas em forma de cartão, permitindo a compra de comida que é o essencial na pandemia”.

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Já o prefeito de Pontes e Lacerda, Almir Barcelos, comentou que a pandemia fez com que as pessoas passassem a ter um olhar mais humano aos demais, pois as vítimas do vírus sao de todas as cores e classe social. “O Governo de Mato Grosso está de parabéns, pegou toda a equipe para percorrer o estado e levar o benefício para quem mais precisa”.

Também participaram do evento da entrega dos cartões em Pontes e Lacerda e em Vila Bela da Santíssima Trindade os deputados estaduais Valmir Moretto, Dr. Gimenes, vereadores das duas cidades, e representantes das forças policiais do Estado.

Fonte: GOV MT

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Comissão Especial do Zoneamento recebe representantes da Secretaria de Desenvolvimento Econômico

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Foto: ANGELO VARELA / ALMT

A Comissão Especial de Zoneamento Socioeconômico Ecológico recebeu, na tarde desta quarta-feira (16), o secretário-adjunto de Investimentos, Inovação e Sustentabilidade, Walter Valverde, e o superintendente de Agronegócios, Sérgio Leal, da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec/MT). 

O superintendente de Agronegócios da pasta apresentou aos deputados dados sobre o desenvolvimento econômico e social do estado. Sérgio Leal destacou que as áreas de preservação já previstas na legislação alcançam 58% do estado, sobrando 42% do território para produção. E também ressaltou o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de Mato Grosso nos últimos anos. 

“A questão econômica capitaneia os avanços do estado e isso é fruto do esforço do sistema produtivo, que trabalhou na incorporação de tecnologias para aumentar a produção sem a necessidade de abrir novas áreas”, avalia Leal. “As áreas preservadas dentro das propriedades rurais somadas superam as áreas de reserva, como parques e terras indígenas. Mato  Grosso é o estado que mais produz e mais preserva, sendo líder na diminuição de desmatamento”, argumentou. 

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Para o superintendente, esses dados garantem que Mato Grosso produz de maneira sustentável. Ele avalia ainda que a minuta de novo zoneamento feita pela Secretaria de Planejamento e Gestão traz grandes restrições que atrapalham o desenvolvimento de regiões mais pobres do estado, como o Araguaia e o Guaporé. “Precisamos fazer com que as diferentes áreas do estado sejam mais homogêneas no desenvolvimento. Mato Grosso tem uma economia dinâmica e ágil, que o novo zoneamento apresentado não acompanhou”, completa Leal. 

O presidente da comissão especial, deputado estadual Dr. Eugênio (PSB), pediu que a secretaria trabalhe para fazer mudanças na minuta de novo Zoneamento Socioeconômico Ecológico do estado que está sendo apresentada à população desde fevereiro. “Queremos receber para votação na Assembleia um projeto diferente, que não impeça o desenvolvimento do estado para evitarmos fazer um substitutivo que possa ser contestado na justiça”, pediu o parlamentar.

“A Casa vai ter a grande responsabilidade de votar esse novo zoneamento e é importante que o estado não seja impedido de ser um grande produtor de alimentos”, defendeu o deputado Nininho (PSD). O deputado Valmir Moretto (Republicanos) disse que os produtores fazem a preservação dentro das propriedades e criticou a falta de apoio do poder público nesse esforço. 

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A próxima reunião da Comissão Especial de Zoneamento Socioeconômico Ecológico está prevista para o próximo dia 29 e deve ser realizada com técnicos da Universidade Federal de Viçosa (UFV), em São Felix do Araguaia. 

Zoneamento Socioeconômico Ecológico – Conforme definição da Secretaria Estadual de Planejamento, o Zoneamento Socioeconômico Ecológico é um mecanismo de gestão ambiental que consiste na delimitação de zonas ambientais e atribuição de usos e atividades de acordo com as potencialidades e restrições de cada uma delas, tendo por objetivo repensar a ocupação do território mato-grossense, a apropriação de seus recursos naturais e o modelo de desenvolvimento para o futuro, considerando que a ocupação espacial deve propiciar um equilíbrio entre a dinâmica natural e a socioeconômica.

Fonte: ALMT

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