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Somente um servidor da Seciteci testou positivo para a Covid-19

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Apenas um colaborador da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), que presta serviço terceirizado, foi detectado com o vírus da Covid-19 durante os três dias de testagem gratuita da Covid-19, realizada em 100 servidores em atividades presenciais. A ação executada sem gastos públicos ocorreu por meio de parceria com o Instituto Patris.  

Segundo o secretário da Seciteci, Nilton Borgato, a iniciativa demonstra um cuidado da gestão com os colaboradores, além de cumprir o papel de reduzir os gastos públicos.

“Eu recebi muitos elogios por esta ação inédita em relação ao poder executivo estadual, pois é a primeira secretaria estadual que promove a realização da testagem em massa de seus servidores, sem o uso de recursos públicos, pois o ato ocorreu por meio de uma parceria com o Instituto Patris” disse o gestor.

O presidente do Instituto Patris, Vittor Galdino, diz que a escolha da Seciteci para ser contemplada com a ação vem de encontro ao objetivo da instituição.

“O instituto escolheu a Seciteci por conta da afinidade entre o objeto social do nosso estatuto que atua busca avanços no setor de saúde e o corpo deliberativo da secretaria que atua na área de tecnologia, ciência, inovação se encaixando no perfil que buscamos para traçar os estudos voltados ao contágio e prevenção da doença”, falou.

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Os testes rápidos foram realizados nos dias 08,09 e 10 de setembro no horário de expediente. Durante a ação foi detectado que um dos trabalhadores, que atua na segurança do prédio estava contaminado e ele foi imediatamente afastado das funções.

O superintendente de Projetos e Captação de Recursos (SPCR), Jun Sakamoto, explica que a testagem é uma forma de assegurar a saúde dos colegas de trabalho e dos familiares dos servidores.

“Imediatamente após a constatação, ele foi substituído por outro colaborador e orientado a se manter em isolamento domiciliar, para evitar contaminar outras pessoas. Ele é assintomático, portanto somente por meio do teste seria possível identificar a presença do vírus e evitar mais contágios”, explicou.

Foram testados os servidores, prestadores de serviços e estagiários da Seciteci, Fapemat e os servidores da Unemat que atuam na sede da secretaria. Os trabalhadores que são do grupo de risco e por isso estão em home office, foram dispensados dos exames.  A ação contemplou o teste rápido com emissão de laudos.

De acordo com o coordenador de Captação de Recursos e Parcerias, Thiago Marques, os cuidados adotados pela gestão desde o início da pandemia fez com que a maioria dos resultados fosse negativos para a doença.

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“Agora a equipe está mais tranquila em relação à infecção, estamos retomando as atividades de maneira segura, porém os cuidados continuam como sempre falamos desde o início: manter o isolamento, sair somente para necessidades urgentes, uso da máscara e adotar as medidas de higiene das mãos” orientou o coordenador.

Cuidados necessários

É importante ressaltar que todas as pessoas que estão com suspeita ou já foram confirmadas com o coronavírus, sejam servidores públicos ou não, que estejam com sintomas leves da doença devem cumprir a quarentena em isolamento domiciliar. A Seciteci orienta constantemente aos servidores sobre a necessidade de adotar a quarentena e isolamento social.

Inclusive a secretaria segue os protocolos estabelecidos pelos órgãos de saúde quanto às medidas de proteção de seus servidores, distribuindo álcool em gel para os departamentos e exigindo uso de máscara facial de todos.

Além disso, as medidas de prevenção precisam ser seguidas por todos os profissionais também fora do ambiente de trabalho, ou seja, em suas casas, ou ambientes externos como supermercados, farmácias, etc., além de manter o distanciamento social, evitar aglomerações e manter a rotina de higienização das mãos e uso de máscaras de tecido em locais públicos.

Fonte: GOV MT

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Violência no trânsito custou R$ 28,5 milhões para a Saúde de Mato Grosso em 5 anos

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Dados estatísticos do Sistema Único de Saúde (SUS) apontam que, no período de 2014 a 2018, ocorreram mais de 26 mil internações ao custo de R$ 28,5 milhões em Mato Grosso. No país, foram R$ 14 bilhões em custos para o SUS somente no ano de 2019.

Esses dados são considerados alarmantes pelas autoridades de trânsito e por profissionais da área da saúde pública estadual e estão em debate no I Encontro Mato-grossense de Mobilidade Segura e Vida no Trânsito, realizado pelo Governo do Estado, por meio de diversas secretarias e órgãos do Executivo.

O evento é realizado no momento em que se completa 10 anos de existência do Programa Vida no Trânsito – instituído pelo Ministério da Saúde. Desde 2019 que o assunto passou a ser tratado de forma integrada por diversas áreas do Governo Estadual, que instituiu o Comitê Intersetorial do Programa de Vida no Trânsito, com coordenação central no âmbito da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT).

A primeira parte da programação do evento teve início na última sexta-feira (18.09), com transmissão de palestras de doutores e especialistas em mobilidade, arquitetura urbana e em saúde coletiva, que trataram de temas voltados para a promoção da paz, da saúde e da segurança no trânsito. O encontro também contou com a presença de autoridades estaduais da área do trânsito.

De acordo com os membros do Comitê que representam a pasta da saúde estadual, Rosiene Rosa Pires, coordenadora de Promoção e Humanização da Saúde, e Aparecido Samuel de Castro, coordenador do Comitê, o trânsito passou a integrar as ações de promoção da saúde no âmbito da SES desde 2019, em razão do alto índice de internações causadas por acidentes e violência no trânsito.

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O processo de implantação deste serviço contou com o apoio técnico do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). A finalidade é interferir na realidade do trânsito para a promoção de melhorias na segurança e para a promoção da paz e da saúde nessa área.

Mobilidade um direito social

De acordo com a representante do Conass, Mércia Gomes Oliveira de Carvalho, doutora em ciência na área da saúde pela Universidade de Brasília (UnB), a violência no trânsito é a segunda causa de morte no país, sendo os jovens na faixa etária de 20 a 39 anos de idade as principais vítimas, de acordo com dados do Ministério da Saúde no ano de 2017.

A arquiteta e consultora em urbanismo da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Silmara Vieira, enfatiza que a mobilidade é um direito social e que dá acesso a outros direitos da cidade, considerando que 80% da população brasileira residem em área urbana. Para a arquiteta, a violência de trânsito pode ser evitada, com medidas de intervenção na engenharia da mobilidade, voltadas para a segurança e para a saúde das pessoas. “As cidades ainda são planejadas para os veículos e não para as pessoas”, destacou.

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Para o presidente do Conselho Estadual de Trânsito (CETRAN-MT) e diretor executivo do DETRAN, José Eudes, o trânsito está interferindo na saúde do cidadão. A mudança de comportamento deve existir para que se promova a cultura de paz no trânsito.

Acidentes e pandemia

O representante do Batalhão da PM de Trânsito, o 1º Tenente da PM Carlos Manoel Sanches destaca o alto índice de acidentes com motos, que ocupa o primeiro lugar no ranking de acidentes e violência no trânsito, no ano de 2019. “É alarmante essa quantidade de acidentes e gera um impacto grande em diversas áreas e especialmente na esfera da saúde pública”, enfatizou.

Segundo dados da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, no período de janeiro a agosto dos anos de 2019 e 2020, houve uma diminuição a partir de março em razão da pandemia e do isolamento social. Porém, com a flexibilização da mobilidade social, já houve aumento das ocorrências.

Serviço

O evento conta com transmissão em tempo real, via canal do YouTube da Escola de Saúde Pública (ESP-MT) e a programação prossegue até o dia 21 de setembro.

A programação do I Encontro Mato-grossense de Mobilidade Segura e Vida no Trânsito pode ser acessada pelo link: http://www.saude.mt.gov.br/upload/noticia/1/arquivo/170920110630-SES-MT-A-programacao.pdf

Fonte: GOV MT

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