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Thiago Silva garante R$ 195 mil em recursos para Hospital Paulo de Tarso

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Deputado Thiago Silva com equipe do hospital psiquiátrico, antes da pandemia

Foto: HENRIQUE COSTA PIMENTA BRAGA

O deputado estadual Thiago Silva (MDB), autor da emenda à Lei 11.135/2020, que inclui o Hospital Psiquiátrico Paulo de Tarso para receber recursos estaduais pelo Fundo Estadual de Equilíbrio Fiscal (FEEF/MT), viabilizou em 2020 mais de R$ 195 mil para o atendimento a Rondonópolis e região.

Thiago tem compromisso no mandato com o atendimento à saúde mental e esteve pessoalmente visitando o Hospital Paulo de Tarso, que já tem décadas de serviço prestado no município.

“Desde o início do mandato como deputado, estamos cobrando da Secretaria Estadual de Saúde a inclusão do Paulo de Tarso nos repasses do FEEF devido à sua importância no atendimento às pessoas com transtornos mentais. A nossa meta é continuar trabalhando para melhorar o atendimento da saúde da população”, disse Silva.

Segundo a diretora-presidente do Paulo de Tarso, Annie Marie, a instituição agradece imensamente pela lembrança e o apoio do deputado estadual Thiago Silva, que tem um cuidado especial com o hospital filantrópico.

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O deputado afirma que irá continuar averiguando de perto a continuidade dos repasses para o fortalecimento do hospital que é referência de saúde mental para mais de 10 municípios da região sul e sudeste.

“Nosso objetivo é deixar o ambiente mais salutar, mais bonito, mais claro para as pessoas que estão em desequilíbrio, isso é muito saudável. Nós queremos transformar o hospital em um lugar humanizado e o deputado está fazendo parte disso”, disse Cristina Luz, vice-presidente do Paulo de Tarso, sobre os investimentos recebidos e aplicados na melhoria da estrutura e atendimento.

Fonte: ALMT

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Curta-metragem retrata vivência de imigrantes em Lisboa e Cuiabá

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As vivências de imigrantes em Lisboa e Cuiabá estão sendo retratadas no curta-metragem Intersecção – A História de quem migra. A obra é resultado de vivências do diretor e ativista, Rodrigo Zaiden, ao comparar situações semelhantes do período em que viveu como imigrante em Portugal com as dos imigrantes em Mato Grosso.

“Registramos os modos como a imigração impacta diferentes pessoas de distintas culturas e nações, por um lado e, por outro, como essas pessoas se interseccionam num contexto urbano global de uma nação que não é a sua, produzindo novas formas de viver, identidades e resistências”, pontua o diretor.

A maior parte das gravações foram realizadas em 2017, ano em que Rodrigo morou no país lusitano e iniciou a pesquisa audiovisual, registrando histórias de vida de imigrantes de Brasil e de Países Africanos de Língua Portuguesa (PALOP), como Moçambique e Guiné Bissau. Em 2019, já em Mato Grosso, o diretor se deparou com a expressiva comunidade de imigrantes guineenses, haitianos, venezuelanos, dentre outros. 

Com a aprovação do projeto na categoria audiovisual do edital MT Nascentes da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), o curta-metragem está sendo finalizado para lançamento virtual no mês de abril. Os recursos da Lei Aldir Blanc viabilizaram as últimas captações de imagens em fevereiro deste ano, e já estão em andamento as fases de edição, montagem e finalização.

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“Mais do que a intersecção entre os contextos de imigrantes em locais diferentes, esse projeto mostra as convergências entre cultura e a sensibilização do público quanto ao direito à cidadania de todos os povos. É mais uma iniciativa da qual temos satisfação em apoiar e dar visibilidade por meio de nossos editais”, assinala o titular da Secel, Alberto Machado.

De Guiné Bissau, Lídia Dju, que mora em Cuiabá e o diretor do filme, Rodrigo Zaiden

Ao contar histórias de vidas que se cruzam em situações parecidas, o filme desvela circunstâncias limítrofes da imigração, percorrendo memórias, identidades e territórios físicos e simbólicos de um tema que atinge milhões de pessoas.  

“Contamos as histórias de pessoas como a Lígia, a Marvinda ou o Ka Codé, em Lisboa, ou a Lídia, o Ênio e a Callina em Cuiabá. Falamos de suas relações com a imigração, como as mudanças, o processo de adaptação, as relações afetivas e de trabalho, a luta pelos direitos humanos e cidadania. Historicamente silenciados e invisibilizados pelas histórias oficiais portuguesa e brasileira, cada uma das pessoas traz questões únicas e fundamentais”, explica Rodrigo Zaiden.

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Conjuntura

Para o diretor, o filme busca sensibilizar não apenas quem passa pela mesma situação, mas também quem assiste, o público em geral, e os formuladores de políticas públicas, responsáveis por propor soluções aos problemas da imigração. 

Entre 2010 e 2018, Cuiabá recebeu mais de 3,5 mil haitianos e 119 venezuelanos sem considerar os imigrantes ilegais. Em Portugal, os brasileiros representam o maior número de imigrantes, somando mais de 151,3 mil pessoas vivendo legalmente. Se contar os ilegais, esse número pode dobrar. 

“Busquei amigos para compartilhar nossas lutas, que são tão diversas, mas convergem em muitos aspectos como a saudade da família e de casa, as adaptações e mudanças ou o racismo que enfrentamos por estar num país colonizador de nossos ancestrais. O mesmo imigrante brasileiro que sofre racismo em Portugal é o que pratica o preconceito com outros imigrantes aqui em Cuiabá. Este ciclo de exclusão ao outro, ao estrangeiro, precisa ter fim, já que o direito de ir e vir está amplamente expresso em todos os documentos internacionais e na constituição federal de Brasil e de Portugal”, conclui Rodrigo.

Com informações da Assessoria

Fonte: GOV MT

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