POLÍTICA NACIONAL

Apenas 1 dos 24 partidos na Câmara votou contra anistia de dívida das igrejas

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Reprodução / Faculdade Teológica / Imagem ilustrativa

Dívida bilionária das igrejas poderá ser perdoada durante a pandemia se texto for aprovado por Bolsonaro

A emenda que concede anistia em tributos pagos por igrejas no país foi reprovada apenas por 1 dos 24 partidos que têm representantes na Câmara. O  presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tem até esta sexta-feira (11) para tomar uma decisão sobre o texto. A equipe do ministro da Economia Paulo Guedes defende o veto presidencial. O impacto aos cofres públicos seria de R$ 1 bilhão.

O único partido a votar de maneira unânime contra a medida foi o PSOL , que tinha nove representantes na sessão que ocorreu em 15 de julho. 

O texto foi aprovado por 345 votos a favor e 125 contra, e teve duas abstenções. O partido Novo também votou de forma quase integral contra a medida. De oito deputados, apenas Lucas Gonzalez (MG) se absteve.

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Na visão da deputada federal Sâmia Bomfim (SP), não faz sentido se aproveitar do contexto da pandemia para implicar um perdão de dívida.

O texto tem como intuito alterar a lei de 1988 que institui a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) para tirar as igrejas da listas de pessoas jurídicas que devem pagar tributos.

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POLÍTICA NACIONAL

FHC evita comparar Lula e Bolsonaro e diz estar disposto à união pela democracia

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FHC
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Em entrevista, FHC comentou a conjuntura política brasileira.

Durante sua participação na edição do Roda Viva desta segunda-feira (28), o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (FHC) evitou comparar o ex-presidente Lula (PT) com Jair Bolsonaro (sem partido). Além disso, o ex-mandatário disse estar disposto à união pela democracia.

Lula e Bolsonaro 

Ao ser perguntado sobre comparações as comparações entre Lula e Bolsonaro, FHC disse que não compara os dois líderes, citando que eles têm “temperamentos” diferentes e que ambos os políticos simbolizam coisas diferentes. 

“O Lula simboliza a inclusão de grupos e de trabalhadores que não estavam na vida social integradas e na vida política”, disse FHC, que continuou:” O Bolsonaro não precisou trazer ninguém. Ele me parece que pertence mais ao grupo que tem mais restrições do que o Lula. O Lula é mais maleável. Mas eu não to comparando um ao outro”, afirmou o ex-presidente.

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União pela democracia

Logo depois, o presidente de honra do PSDB disse que, se for para fortalecer a democracia, ele não tem restrições em se aliar a outros políticos, partidos ou movimentos.

“Eu não to aqui fazendo previsão de que vamos precisar de uma frente única, ampla democrática. Tomara que não. Mas, se for, contem comigo. Não tenho nenhum problema em me juntar com quem quer que seja com um propósito que seja um propósito institucional para melhorar o Brasil, e não um propósito pessoal”, disse FHC.

Autocrítica do PSDB

O ex-presidente disse ainda que, na sua visão, o PSDB deveria passar por um período de reflexão e autocrítica. “Não dá mais para o PSDB fechar os olhos. Não vou personalizar, algumas são injustas outras são justas. Você não pode tapar o sol com a peneira”, argumentou o ex-presidente, que continuou: “No fundo, eu acho que de tempos em tempos, convém um balanço do que eles (partidos) fizeram”. 

FHC também explicou que, na sua visão, os partidos políticos brasileiros têm seus pilares e forças em suas lideranças. “Os partidos nascem e morrem. Eu espero que o PSDB não morra. Quando que eles não morrem, no caso brasileiro? Quando eles tem liderança. Enquanto houver vozes capazes de falar pelos partidos, eles seguem”, concluiu. 

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O programa

O ex-presidente foi o convidado da edição especial de 34 anos do programa. Participaram do programa os ex-apresentadores Heródoto Barbeiro, Rodolpho Gamberini, Matinas Suzuki, Daniela Lima e Paulo Markun, que participou remotamente de Portugal.

Além de ter sido presidente do Brasil entre 1995 e 2002, FHC é sociólogo e cientista política e foi ministro da Fazenda e das Relações Exteriores do governo de Itamar Franco.

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