POLÍTICA NACIONAL

Após post confuso de Frias, Bolsonaro cita facada no Twitter com o mesmo texto

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Publicação original foi apagada cerca de uma hora depois e corrigida em seguida

Uma publicação feita na conta do secretário especial de Cultura Mário Frias deixou usuários do twitter confusos na manhã deste domingo (5), dia no qual o ataque ao presidente Jair Bolsonaro em Juiz de Fora completa dois anos .

No post, que podia ser visualizado nas redes sociais uma hora após a publicação, Frias agradece a Deus “pela minha vida” e cita os médicos que atenderam Jair Bolsonaro após a facada na cidade mineira. Há, ainda, um vídeo em câmera lenta do então candidato sendo esfaqueado.

A postagem foi excluída por volta das 10h15 e substituída por uma com o mesmo texto dando os créditos para o presidente no final. Em seguida, a conta compartilhou outra publicação questionando “quem mandou matar Jair Bolsonaro?”.

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“Amigos, vocês entenderam alguma coisa desse twitter? Ele está agradecendo pela vida dele ou do Bolsonaro?”, perguntou um dos internautas. Em outros comentários, o filho do presidente, vereador Carlos Bolsonaro, era apontado como responsável pelo erro. “O Carlos também cuida da conta do Frias e esqueceu de mudar”, disse outro.

Além de publicar em primeira pessoa, a publicação ocorre nove horas depois de Frias ter postado, em terceira pessoa, outra imagem sobre o atentado contra Bolsonaro. “Que Deus continue lhe abençoando”, afirmou o secretário na primeira publicação.

Ao longo do fim de semana, Frias se envolveu em polêmicas envolvendo as redes sociais. Primeiro, ele chamou o comediante Marcelo Adnet, que fez uma imitação dele em vídeo, de “bobão”, e depois disse para o deputado Flávio Serafini, do PSOL, que tivesse “cuidado com a PF” .

Após a polêmica com a postagem confusa de Frias, a conta do próprio presidente postou o mesmo conteúdo, o que acende ainda mais o alerta de que as postagens podem ter sido feitas na conta errada. Veja o post na conta do presidente a seguir:

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Post que Mário Frias havia feito antes em sua conta pessoal: 

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Reprodução

Post Frias



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POLÍTICA NACIONAL

Projeto amplia descontos e prazos para pagamento de dívida tributária

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Najara Araujo/Câmara dos Deputados
Ordem do dia. Dep. Zé Vitor (PL - MG)
Zé Vitor: mudança em condições de pagamento é necessária no atual momento de crise

O Projeto de Lei 3128/20 amplia os descontos e os prazos para a quitação das dívidas tributárias dos contribuintes. A proposta, em tramitação na Câmara dos Deputados, altera a Lei do Contribuinte Legal.

Pelo texto, o desconto sobre o total da dívida tributária poderá ser de até 70% e o prazo para pagamento será de até 120 meses. Hoje, a lei prevê redução de 50% e prazo máximo de 84 meses.

No caso das pessoas físicas, das microempresas ou das empresas de pequeno porte, a redução será de até 90% do débito, com prazo máximo de quitação em até 180 meses. Atualmente, o desconto é de 70%, com 145 meses para quitação.

O projeto é do deputado Zé Vitor (PL-MG). Ele afirma que a mudança nas condições de pagamento dos débitos é uma necessidade, “tendo em vista a gravidade do momento na economia”.

A Lei do Contribuinte Legal entrou em vigor em abril e estabelece as condições para a chamada transação tributária, que é a negociação entre o Fisco e o contribuinte para acabar com a dívida tributária, tanto a que já está na dívida ativa como a que ainda depende de decisão administrativa ou judicial.

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Prescrição
Além de modificar as condições para pagamento do débito, o projeto do deputado Zé Vitor determina que a transação tributária poderá ocorrer por reconhecimento administrativo da prescrição da dívida, que poderá ser feito por ofício do próprio Fisco ou a requerimento do contribuinte.

O deputado afirma que atualmente o Fisco não reconhece administrativamente a ocorrência da prescrição, obrigando os devedores a ingressarem na Justiça para obter esse reconhecimento. “Tal fato resulta em milhões de execuções fiscais infrutíferas que sobrecarregam o Poder Judiciário com processos inúteis”, diz Zé Vitor.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Janary Júnior
Edição – Pierre Triboli

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