POLÍTICA NACIONAL

Após reportagem, Boulos se defende de ataques de Russomanno e Eduardo Bolsonaro

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Boulos
Reprodução / Instagram

Guilherme Boulos (PSOL), candidato à Prefeitura de São Paulo


O candidato à Prefeitura de São Paulo Guilherme Boulos (PSOL) se defendeu dos ataques que recebeu do seu adversário Celso Russomanno (Republicanos) e do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), que o acusam de mentir no currículo após a Folha de S.Paulo divulgar a declaração da FESP (Fundação Escola de Sociologia e Política) que o candidato não possui mais vínculo com a instituição. Boulos respondeu às acusações dizendo que foi professor da instituição até 2019.


Eduardo Bolsonaro divulgou uma montagem no sua conta do Twitter com a legenda “Boulos mente”, já Russomanno compartilhou a publicação do filho do seu padrinho político, Jair Bolsonaro, e escreveu: “Defesa do consumidor: não compre gato por lebre”.

Boulos se defende dizendo que o vínculo com a escola foi interrompido por causa da pandemia do novo coronavírus e que é perseguido pelos adversários porque cresce nas pesquisas. O candidato está atualmente na 3º posição tecnicamente empatado com Celso Russomanno .

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“É impressionante. Basta eu crescer nas pesquisas que voltam a questionar o meu trabalho . Além do medo do meu crescimento e chances reais de ida pro segundo turno, existe um preconceito gigante contra as pessoas que, além de terem uma profissão, atuam em movimentos sociais”, escreveu em suas redes sociais.

Em 2019 dei aula em cursos de extensão da Escola de Sociologia e Política (ESP). Continuaria este ano não fosse a candidatura e a pandemia. Recebi como MEI por hora aula, como é o padrão da instituição”, declarou em outro momento.

A FESP respondeu: “Guilherme Boulos foi professor convidado do Departamento de Extensão para ministrar um curso de curta duração sobre ‘A questão urbana e os movimentos sociais’. O curso teve duas edições: maio a julho de 2019 e outubro a novembro de 2019. Desde então, novembro de 2019, não há nenhum vínculo”.

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POLÍTICA NACIONAL

Medida provisória prorroga Plano Nacional de Cultura por dois anos

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A Medida Provisória 1012/20 prorroga até dezembro de 2022 a vigência do Plano Nacional de Cultura (PNC), que deveria acabar este mês. O texto, publicado em edição extra do Diário Oficial da União, entrou em vigor nesta terça-feira (1º).

Previsto na Constituição, o PNC foi instituído em 2010 pela Lei 12.343 com duração de 10 anos. O governo alega que a pandemia de Covid-19 impossibilitou a elaboração de um novo plano.

bartekwardziak/Depositphotos
Sala de cinema vazia
Plano Nacional de Cultura atual foi publicado em 2010, a partir de consultas públicas

“Diante desse cenário, caso não haja lei vigente após dezembro de 2020, o Sistema Nacional de Cultura perderá sua principal norma balizadora, o que poderá prejudicar a gestão da cultura brasileira em todo território nacional”, informou ontem, em nota, a Secretaria-Geral da Presidência da República.

O PNC é formado por princípios, objetivos, diretrizes, estratégias e metas que devem orientar o poder público na formulação de políticas culturais. O atual foi construído a partir a partir da realização de fóruns, seminários, consultas públicas e conferências de cultura em todo o País.

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Tramitação
A MP 1012/20 será analisada diretamente no Plenário da Câmara, conforme o rito sumário de tramitação definido pelo Congresso Nacional durante o período de calamidade pública.

Reportagem – Janary Júnior
Edição – Cláudia Lemos

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