POLÍTICA NACIONAL

Aziz vai enviar depoimento de Wajngarten para investigação do Ministério Público

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Fábio Wajngarten, ex-secretário especial de comunicação da Presidência, foi acusado de mentir em depoimento à CPI
Edilson Rodrigues/Agência Senado

Fábio Wajngarten, ex-secretário especial de comunicação da Presidência, foi acusado de mentir em depoimento à CPI

O presidente da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid, senador Omar Aziz (PSD-AM) , disse que vai encaminhar os autos do depoimento do ex-secretário de Comunicação da Presidência da República Fábio Wajngarten ao Ministério Público do Distrito Federal.

Antes, Aziz negou pedir a prisão em flagrante do ex-secretário após requerimento feito pelo relator Renan Calheiros (MDB-AL). O presidente da CPI, porém, acabou questão formulada pelo senador Humberto Costa (PT-PE) de levar o caso ao MP.

“A CPI não pode ser objeto de uma desmoralização. O que eu queria demandar a vossa Excelência é que pudesse enviar uma cópia do depoimento do Sr. Fábio imediatamente ao Ministério Público para que o Ministério Público possa apurar as mentiras que foram ditas aqui, as contradições, e que isso possa resultar em um processo. Simplesmente a cópia e a demanda de que seja feito a apuração”, diz o documento.

Wajngarten foi acusado por senadores de mentir “diversas vezes” durante seu depoimento à CPI – o que configura crime.  Além de Renan, os senadores Alessandro Vieira (Cidadania-Es) e Fabiano Contarato (Rede-ES) também defenderam a prisão imediata do ex-secretário de Comunicação da Presidência da República 

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POLÍTICA NACIONAL

Pacheco, Lira e ministros discutem programa de renda mínima

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O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, recebeu nesta segunda-feira (2) na residência oficial o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, e quatro ministros do governo Bolsonaro para discutir a viabilização de um novo programa de renda mínima. Estiveram presentes os ministros da Economia, Paulo Guedes; da Casa Civil, Ciro Nogueira; da Secretaria de Governo, Flávia Arruda; e da Cidadania, João Roma.

Segundo Pacheco, o governo e o Congresso vão se debruçar sobre uma fórmula que compatibilize um eventual programa de renda para a população vulnerável com o pagamento de precatórios por parte da União. O presidente do Senado salientou a importância de não se abandonar os preceitos de responsabilidade fiscal.

“Envidaremos os esforços para essa solução, com especial destaque ao fato de que a população carente precisa ser assistida com uma renda mínima que minimize a fome e a miséria no Brasil”, salientou Pacheco em nota oficial divulgada após a reunião.

Pacheco tem defendido a criação de um programa de renda mínima nos moldes do auxílio emergencial, criado para lidar com a pandemia de covid-19. O tema ganhou mais evidência depois da aprovação e promulgação da Emenda Constitucional 109, que permitiu a prorrogação o auxílio. Em maio, quando participou de evento na Confederação Nacional da Indústria (CNI), o presidente do Senado disse que gostaria de ver essa política implementada já em 2021.

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— Temos que estabelecer no Brasil, ainda este ano, um grande programa de renda mínima, de renda básica, de renda cidadã para substituir ou incrementar o Bolsa Família e acolher o maior número de pessoas. Isso não pode ficar para um planejamento futuro de geração de oportunidades no Brasil a partir de uma reforma tributária — declarou Pacheco.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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