POLÍTICA NACIONAL

Bolsonaro acusa Globo de receber R$ 1,75 bi do doleiro Dario Messer

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Presidente Jair Bolsonaro
Foto: Agência Brasil

Presidente Jair Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) usou as redes sociais novamente para atacar a TV Globo. Na noite desta sexta-feira (14), o presidente citou uma matéria do portal R7 para calcular os valores que podem ter sido repassados pelo doleiro Dario Messer à família Marinho, proprietária do grupo Globo. 

De acordo com a reportagem da revista, o “doleiro dos doleiros” afirmou que um funcionário seu se dirigia duas a três vezes por semana à sede da Globo com pacotes de dinheiro vivo.

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A publicação aponta que os valores ficavam entre US$ 50 mil e US$ 300 mil. O presidente Bolsonaro fez a conversão dessa quantia para a cotação atual do dólar em reais e multiplicou pela frequência citada na matéria (duas a três vezes por semana). 

Como Messer, conforme a polícia, atuou em esquemas de corrupção por 30 anos, Bolsonaro deduziu que os repasses aos Marinho alcançaram a marca de R$ 1,75 bilhão. Os valores seriam descontados no exterior por Roberto Irineu e João Roberto Marinho, segundo a revista.

A publicação incitou bolsonaristas nas redes sociais, que levantaram a tag #RachadinhaDaGlobo. Parlamentares como as deputadas federal Bia Kicis (PSL-DF) e Carla Zambelli (PSL-SP) fizeram questão de tuitar durante a madrugada deste sábado (15) para alavancar a tag, que chegou ao topo dos assuntos mais comentados da rede.

“Só pra avisar que #RachadinhaDaGlobo já está aparecendo nos TTs. Parem de postar, por favor!”, tuitou a deputada Major Fabiana (PSL-RJ), iniciando uma troca irônica com Carla Zambelli. “Qual, Major? A #RachadinhaDaGlobo?”, tuitou a bolsonarista de São Paulo.

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“Roberto Irineu Marinho e João Roberto Marinho não têm nem nunca tiveram contas não declaradas às autoridades brasileiras no exterior. Da mesma maneira, nunca realizaram operações de câmbio não declaradas às autoridades”, informou o grupo Globo em nota enviada à Veja.

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POLÍTICA NACIONAL

Frente parlamentar discute os desafios para a inclusão das pessoas com deficiência no Brasil

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Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília
Homem na cadeira de rodas usa elevador para descer do ônibus
Mais de 46 milhões de brasileiros têm algum tipo de deficiência

A Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência realiza, de hoje até a próxima quinta-feira (24),  a primeira jornada ampliada para discutir os desafios para a garantia da inclusão e cidadania dessa população, que hoje são mais de 46 milhões de pessoas.

O evento ocorre na semana em que se comemoram o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência (21) e o Dia Nacional do Surdo (26).

O colegiado fez um levantamento das proposições em tramitação na Câmara dos Deputados e do Senado Federal e, no dia 21, vai discutir com os presidentes das duas Casas, respectivamente, Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre, um encaminhamento para dar celeridade aos projetos mais importantes para a garantia dos direitos dessa parcela da população brasileira.

Hoje, a partir das 14 horas, acontece uma reunião ampliada com entidades e representantes de movimentos das pessoas com deficiência, de forma virtual. O objetivo apresentar caminhos, os novos desafios para as pessoas com deficiência e avaliar se houve retrocessos nas políticas públicas para essas pessoas.

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Agenda
Na próxima semana, ativistas, atletas paralímpicos, influenciadores digitais, todos com deficiência, vão falar sobre as lutas e vivências das pessoas com deficiência no Brasil. Esse encontro vai acontecer nos dias 22, 23 e 24, sempre às 20h30.

Divulgação/Agência Câmara
Imagem da TV Câmara com um parlamentar discursando e uma mulher fazendo a tradução em Libras
Ativistas querem que o Senado ofereça tradução em Libras, a exemplo do que a TV Câmara já faz há uma década

Também no dia 24, a Frente Parlamentar do Congresso Nacional em Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência vai debater a campanha “Legenda para quem não ouve, mas se emociona”.

A intenção é defender a inclusão da tradução de Libras na TV Senado, a exemplo do que a TV Câmara já faz há mais de 10 anos.

Da Redação – ND

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