POLÍTICA NACIONAL

Bolsonaro muda roteiro de live para não falar sobre depósito para Michelle

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Roteiro live bolsonaro
Reprodução / YouTube

Imagens do roteiro de Bolsonaro vazaram durante a live

A live do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) contou com um roteiro que não foi seguido à risca nesta quinta-feira (27). Um dos pontos que foi deixado em segundo plano era responder a uma pergunta feita por um jornalista que foi ameaçado pelo presidente e, depois, reproduzida em série nas redes sociais: por que a primeira-dama, Michelle, recebeu em sua conta R$ 89 mil de Fabrício Queiroz ?

No texto do roteiro, que vazou nas imagens da live, aparecia a frase: “Botar um ponto final na questão envolvendo Queiroz e a Primeira Dama”, mas Bolsonaro silenciou em relação ao ponto e mudou a ordem do que iria dizer.

Esse seria o sétimo ponto a ser abordado por Bolsonaro durante a transmissão, antecedido por esclarecimentos sobre o programa Renda Brasil.

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As “Manipulações da Globo” seria o tópico seguinte ao esclarecimento sobre o depósito de Queiroz para Michelle Bolsonaro .

O item foi rabiscado do roteiro, que apareceu próximo à câmera que projetava a transmissão da live presidencial.

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POLÍTICA NACIONAL

MPF pede análise de pedido de afastamento de Salles; ação está parada há 2 meses

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Ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles
Carolina Antunes/PR

Ricardo Salles é acusado de trazer consequências trágicas para o meio ambiente

O Ministério Público Federal no Distrito Federal (MPF-DF) fez um pedido à Justiça Federal para que ela analise um pedido de afastamento do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles . A ação foi apresentada em julho deste ano, mas até esta quarta-feira (23) ainda não foi analisada pela 8ª Vara Federal no DF.

No pedido, a Procuradoria afirma que a manutenção de Salles no cargo traz danos às iniciativas de preservação do meio ambiente. “A permanência do requerido Ricardo Aquino Salles no cargo de Ministro do Meio Ambiente tem trazido, a cada dia, consequências trágicas à proteção ambiental, especialmente pelo alarmante aumento do desmatamento, sobretudo na floresta amazônica.”

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A ação apresentada em julho pede o afastamento do ministro do cargo por suposta improbidade administrativa, considerando que o chefe da pasta promove uma “desestruturação dolosa das estruturas de proteção ao meio ambiente”.

O pedido foi apresentado à Justiça Federal em Brasília, mas acabou enviado à Seção Judiciária de Santa Catarina, porque já havia uma solicitação parecida tramitando no local.

Por determinação do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), no entanto, a ação continuou na capital. Por isso, segundo o MPF, “não há obstáculos para que o pedido de afastamento seja decidido pela Justiça”.

“Caso não haja o cautelar afastamento do requerido do cargo de Ministro do Meio Ambiente, o aumento exponencial e alarmante do desmatamento da Amazônia, consequência direta do desmonte deliberado de políticas públicas voltadas à proteção do meio ambiente, pode levar a Floresta Amazônica a um ‘ponto de não retorno’, situação na qual a floresta não consegue mais se regenerar”, afirma o Ministério Público.

O órgão argumenta ainda que, enquanto não houve decisão sobre o pedido, “os dados do desmatamento seguiram em patamares elevados, em especial na Amazônia e no Pantanal, o que demonstra, para o MPF, que a proteção ambiental no Brasil segue sendo prejudicada pela política de desmonte promovida pelo titular do Ministério do Meio Ambiente”.

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