POLÍTICA NACIONAL

Câmara quer explicações de Salles e mais dois ministros de Bolsonaro

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 Ricardo Salles, ministro do Meio Ambiente
Reprodução/Flickr

Ricardo Salles, ministro do Meio Ambiente

A Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara aprovou na manhã desta quarta-feira convites para que prestem esclarecimentos à Câmara os ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, da Comunicação, Fábio Faria e da Educação, Milton Ribeiro.

Todos os requerimentos de convocação foram transformados em convites após acordo com os parlamentares. Os ministros não são obrigados a comparecerem, as datas devem ser ainda agendadas.

Salles é alvo de duas investigações no Supremo Tribunal Federal (STF). Na Operação Akuanduba, deflagrada em maio, ele foi alvo de mandados de busca e apreensão e teve seus sigilos bancários e fiscal quebrados.

O requerimento aprovado pede para que Salles esclareça sobre “sobre sua atuação no intento de causar obstáculos à investigação de crimes ambientais e de buscar patrocínio de interesses privados e ilegítimos perante a administração pública.”

Um outro convite para ouvir o ministro do Meio Ambiente já havia sido aprovado pela comissão anteriormente. Salles seria ouvido no dia 16 de junho, mas ele pediu para alterar a data.

O ministro da Educação, Milton Ribeiro, deverá prestar esverdecimento sobre denúncia de frande no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Endade). O ministro teria atuado nos bastidores para favorecer o Centro Universitário Filadélfia (Unifil), em Londrina (PR).

Os deputados também querem explicações do ministro das Comunicações, Fábio Faria, “sobre o desvio de R$ 52 milhões previstos para campanhas com peças informativas sobre o combate ao Covid-19, para fazer propaganda institucional de ações do governo federal.

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POLÍTICA NACIONAL

Ministro defende privatização dos Correios em pronunciamento

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O ministro das Comunicações, Fábio Faria, fez, na noite de hoje (2), um pronunciamento em rede nacional de rádio e TV para defender o projeto de privatização dos Correios. A defesa foi feita em função da retomada dos trabalhos do Legislativo após o recesso parlamentar de julho.

No pronunciamento, o ministro disse que os Correios são um “orgulho do Brasil” e que é preciso fortalecer a estatal para garantir a universalização dos serviços postais.

“Com a privatização, os Correios vão conseguir crescer, competir, gerar mais empregos, desenvolver novas tecnologias, ganhar mais eficiência, agilidade e pontualidade. Somente assim, os Correios poderão manter a universalização dos serviços postais, que significa estar presente em todos recantos do país”, disse. 

Faria também disse que, no passado, a empresa foi alvo de corrupção e que a estatal registrou lucro de R$ 1,5 bilhão em 2020.

“Mesmo com muito trabalho e seriedade, o faturamento se mostra insuficiente frente ao que precisa ser investido todos os anos. São necessários R$ 2,5 bilhões por ano em investimentos para que os Correios permaneçam competitivos e possam disputar o mercado com as outras empresas de entrega, de logística que já operam aqui no Brasil”, afirmou. 

Leia Também:  Grupo de trabalho debate caminhos regulatórios para enfrentar a desinformação

Em abril deste ano, os Correios foram incluídos no Programa Nacional de Desestatização (PND).

O tema está em debate na Câmara dos Deputados, por meio do Projeto de Lei (PL) 591/21, que trata da exploração dos serviços postais pela iniciativa privada. A urgência da tramitação do projeto já foi aprovada pela Casa.

Veja o pronunciamento:

Edição: Fábio Massalli

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