POLÍTICA NACIONAL

Candidato bolsonarista saca arma em roubo para se promover na campanha em Manaus

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Capitão Alberto Neto do Republicanos sacou uma arma durante assalto


O candidado bolsonarista que disputa a prefeitura de Manaus pelo Republicanos, o deputado federal Capitão Alberto Neto, fazia campanha pelas ruas da cidade quando ocorreu um assalto a um ônibus e ele decidiu sacar a sua arma na frente dos fotógrafos e cinegrafista para conter o bandido e se promover. A assessoria de imprensa do candidato disponibilizou as imagens e o material tomou as redes sociais.


“O meu tino policial ativou, fui e fiz meu papel como cidadão. A vitima estava em confronto com o assaltante quando entrei no ônibus”, disse em entrevista ao UOL .

O Capitão Alberto Neto foi um dos mais votados dos oito deputados federais do Amazonas, após ganhar fama com postagens nas redes sociais de filmagens das suas operações de quando era policial militar.

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Agora, como candidato a prefeito de Manaus ele promete armar a guarda municipal para conter a onda de violência que atinge a cidade, caso seja eleito.

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POLÍTICA NACIONAL

Projeto equipara desmatamento no Pantanal a danos à Mata Atlântica

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Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Audiência Pública - Tema:
Célio Studart: os responsáveis por queimadas ilegais devem ser devidamente punidos

O Projeto de Lei 4906/20 altera a Lei de Crimes Ambientais para punir com detenção de 1 a 3 anos ou multa quem destruir ou danificar vegetação do bioma Pantanal. Hoje, a lei prevê a mesma punição apenas se o crime for praticado no bioma Mata Atlântica. O texto está sendo analisado pela Câmara dos Deputados.

Autor do projeto, o deputado Célio Studart (PV-CE) justifica a alteração argumentando que o número de incêndios até outubro de 2020 no Pantanal já é 213% maior do que o verificado no ano passado. “Já são mais de 19.410 focos de calor no bioma, contra 6.199 no mesmo período de 2019”, ressalta o deputado.

Segundo a proposta, a punição será aplicada tanto em caso de destruição de vegetação primária quanto de secundária em estágio avançado ou médio de regeneração.

“A prática da queimada, sem autorização, principalmente para a produção de pastagens, aumentando a emissão dos gases do efeito estufa no País, agredindo a biodiversidade, colocando em risco a disponibilidade hídrica e diminuindo a qualidade de vida da população, inclusive com o aumento de doenças pulmonares, tem que acabar. E os responsáveis por isso precisam ser devidamente punidos”, conclui.

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Reportagem – Murilo Souza
Edição – Pierre Triboli

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