POLÍTICA NACIONAL

Carlos Viana: “evangélicos querem ser respeitados”

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O senador Carlos Viana (PSD-MG), em pronunciamento em Plenário, repeliu gestos de intolerância e desrespeito contra evangélicos, no contexto da indicação de André Mendonça, que é evangélico. Para ele, o grupo religioso vem em paz e busca um país mais justo e equilibrado.

— Não há motivo algum para que se possa dizer que iremos defender Estados teológicos, e que a Bíblia (…) vai se tornar obrigatória no lugar da Constituição. Não é verdade. Da mesma maneira que os cristãos, quando chegaram a Roma, foram acusados das loucuras de um governante, hoje muitos se voltam para poder apontar o dedo, mas a gente pacífica, a gente que quer respeito e quer respeitar.

Carlos Viana também mencionou o apoio a Mendonça por representantes de convenções evangélicas, que compareceram ao Senado transmitindo a mensagem de que todas as formas de fé merecem respeito. 

— Não queremos também que Estado nenhum, legislador nenhum, partido nenhum queira se arrogar o direito de impor às igrejas aquilo que é diferente do que nós temos direito de viver na nossa fé. Queremos respeitar, mas queremos ser respeitados: esse é o recado que foi dado nas últimas eleições e os evangélicos vão continuar dando nas urnas — reforçou.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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POLÍTICA NACIONAL

Lula: “Não terei nenhum problema se tiver que fazer chapa com Alckmin”

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Lula em entrevista coletiva a sites independentes
Reprodução/Youtube

Lula em entrevista coletiva a sites independentes

O ex-presidente Lula (PT) disse nesta quarta-feira, em entrevista coletiva concedida a sites independentes, que não teria problemas em formar uma  chapa presidencial com Geraldo Alckmin (sem partido), seu rival histórico, nas eleições de 2022. O petista, porém, voltou a afirmar que nem mesmo sua candidatura está garantida.

Segundo Lula, suas divergências políticas com o ex-tucano poderiam ser colocadas “em um canto” em prol da construção de um “programa de interesse da sociedade brasileira”.

“Não terei nenhum problema se tiver que fazer chapa com Alckmin para ganhar as eleições e governar o país”, admitiu Lula. “Só não posso dizer que vou fazer, porque o Alckmin tem que definir para qual partido vai, o partido precisa definir se está disposto a fazer aliança com o PT.”

O petista ainda elogiou Alckmin pela decisão de fazer oposição a Bolsonaro e ao seu ex-aliado, João Doria (PSDB), atual governador de São Paulo e pré-candidato à presidência .

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“[Alckmin] Definiu que fará oposição não apenas ao bolsonarismo, mas, também, ao dorismo em São Paulo. É importante lembrar que o PSDB do Doria não é o PSDB social-democrata do [Mário] Covas, do FHC, do Serra, criado no período da Constituinte”, afirmou.

Sobre as críticas de setores da esquerda a uma eventual chapa com o ex-tucano ou com outro político de mesmo perfil, Lula afirmou que não procura apenas uma “aliança ideológica”, mas alianças com forças políticas que “ajudem a fazer a transformação que precisamos fazer no Brasil, inclusive se quisermos aprovar uma reforma tributária”.

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