POLÍTICA NACIONAL

CGM investiga campanha de Covas por carro de som em distribuição de cesta básica

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Patrícia Cruz/Divulgação

Bruno Covas


A campanha de Bruno Covas (PSDB) será investigada em uma sindicância da Controladoria-Geral do Município (CGM) pela susposta participação de carros de som durante a distribuição de cestas básicas na Brasilândia , na zona norte de São Paulo. Os vídeos de um carro de som com símbolo do PSDB e tocano o jingle da campanha de Covas enquanto pessoas recebiam alimentos circulou nas redes sociais.


A Prefeitura disse que a doação de alimentos faz parte do Programa Cidade Solidária , que teve início nos primeiros meses da pandemia. Os moradores da região reveleram ao Estadão que o programa sempre ofereceu leito, mas que no dia em que o carro de som passou pelo local foi a realizada a primeira distribuição de cestas básicas.

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“Em nenhum momento a campanha se utilizou dessa distribuição. Já determinei à Controladoria que investigue o que aconteceu na Brasilândia e quem são os responsáveis, disse Covas. O prefeito disse ter pedido para a CGM investigar.

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POLÍTICA NACIONAL

Auxiliares de Bolsonaro culpam Ernesto Araújo por clima ruim com China e Índia

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Ernesto Araújo, ministro das Relações Exteriores
Marcelo Carmargo/Agência Brasil

Ernesto Araújo, ministro das Relações Exteriores

O atraso na operação de envio de um avião para recolher vacinas na Índia  e a demora na liberação da exportação por parte da China dos insumos para a produção de vacinas no Brasil fez aliados do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) responsabilizarem o chanceler Ernesto Araújo por essas duas derrotas para o governo. A informação é do jornal Folha de S.Paulo .

Segundo essas pessoas próximas ao presidente, a área de relações exteriores, que é comandada por Ernesto, contribuiu para a derrota política de peso sofrida pelo Palácio do Planalto no fim de semana. O revés foi tão grande que permitiu que o governador de São Paulo João Doria, ficasse com todo o protagonismo do início da vacinação no Brasil.

O governo vinha tentando antecipar desde dezembro um lote de 2 milhões de doses da vacina de Oxford com a AstraZeneca produzidas no laboratório indiano Serum. O objetivo era que as doses fossem usadas para dar o pontapé na campanha imunização no Brasil. Uma cerimônia no Planalto estava sendo preparada para a ocasião.

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Ao longo de semanas, Araújo coordenou esforços para conseguir a liberação da carga a tempo de garantir o cronograma desejado pelo Planalto, mas não houve êxito e, até o momento, não há prazo para que isso ocorra.

A principal crítica contra o chanceler é que ele deveria ter sido claro sobre as dificuldades políticas para que a Índia desse luz verde para a venda, uma vez que Nova Déli não quis possibilitar a venda antes de iniciar a sua própria campanha de vacinação.

O ministro do Itamaraty também virou vidraça de membros do governo que querem por uma menor carga ideológica na condução da política externa brasileira. Eles se queixam que os constantes embates com a China criaram dificuldades de interlocução num momento em que o país depende da boa vontade de Pequim.

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