POLÍTICA NACIONAL

Chico Rodrigues pede dispensa da função de vice-líder do governo no Senado

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O senador Chico Rodrigues (DEM-RR) pediu dispensa da função de vice-líder do governo Jair Bolsonaro no Senado Federal. Edição extra do Diário Oficial da União publicou nesta quinta-feira (15) despacho do presidente da República solicitando ao Senado as providências necessárias para que o senador seja dispensado da função.

A saída da vice-liderança ocorre após o senador Chico Rodrigues ter sido um dos alvos da operação da Polícia Federal que investiga desvio de verbas públicas destinadas ao combate ao coronavírus no estado de Roraima.

O líder do governo no Senado é o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE). Os senadores Eduardo Gomes (MDB-TO), Elmano Férrer (PP-PI) e Chico Rodrigues são vice-líderes do governo na Casa. Com a saída de Chico Rodrigues, fica vaga uma das vice-lideranças até o governo indicar novo nome. 

O senador publicou nota em suas redes sociais sobre o caso, na qual afirma que teve seu “lar invadido por apenas ter trabalhado como parlamentar, trazendo recursos para o combate à covid-19 para a saúde do estado”.

“Tenho um passado limpo e uma vida decente. Nunca me envolvi em escândalos de nenhum porte. Se houve processos contra minha pessoa no passado, foi provado na Justiça que sou inocente. Digo a quem me conhece que fiquem tranquilos. Confio na Justiça, vou provar que não tenho, nem tive nada a ver com qualquer ato ilícito. Não sou executivo, portanto, não sou ordenador de despesas, e como legislativo sigo fazendo minha parte trazendo recursos para que Roraima se desenvolva. Que a justiça seja feita e que se houver algum culpado que seja punido nos rigores de lei”, diz Chico Rodrigues na nota.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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POLÍTICA NACIONAL

Menos de 1% dos candidatos concentram 80% dos fundos públicos de campanha

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Alex Mesmer

Menos de 1% dos candidatos concentram 80% dos fundos públicos de campanha

Faltando três semanas para o primeiro turno das eleições municipais, que está marcada para o dia 15 de novembro, os  fundos eleitoral e partidário têm sido direcionados até agora, em sua maior parte, para apenas uma pequena parcela dos cerca de 550 mil candidatos a prefeito e vereador, apenas 0,8% do total, segundo dados das prestações de contas parciais das eleições, divulgados neste domingo (25).

80% do valor total liberado – R$ 646 milhões de R$ 807 milhões – foram para cerca de 4.600 candidatos, o que representa 0,8% do total. O campeão de recebimento de recursos até o momento é o prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), que tenta reeleição, com R$ 7,8 milhões declarados.

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Desse montante, R$ 5 milhões foram alocados pelo próprio PSDB. O restante foi de legandas aliadas do PSDB, como o Podemos, que deu R$ 2 milhões, e o MDB, com R$ 700 mil, além do PP, com R$ 117 mil.

Logo atrás, no ranking nacional, aparece o candidato à Prefeitura de Salvador, Bruno Reis. Ele recebeu R$ 7,7 milhões, sendo R$ 3,5 milhões do DEM e os demais valores das cotas do Fundo Eleitoral de quatro partidos coligados – R$ 2,7 milhões do PL, R$ 630 mil do PSL, R$ 500 mil do PDT e R$ 350 mil do Republicanos.

Entre os vereadores, os maiores valores também vem do DEM. Os campeões em recebimento de verba são Milton Leite (DEM) e Abou Anni Filho (PSL), que disputam vaga na Câmara de São Paulo. O primeiro recebeu R$ 2,2 milhões do partido e o segundo, R$ 2 milhões.

Entre o maiores partidos, os campeões em concentração até agora são DEM, MDB e PSDB, siglas que estão entre as que mais lançaram candidatos no país.

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Desde que o Congresso proibiu o financiamento empresarial das campanhas, em 2015, a maior parte do dinheiro para bancar as candidaturas sai dos cofres públicos. Para essa disputa, são R$ 2,035 bilhões do fundo eleitoral e R$ 959 milhões do partidário, embora esse último não seja aplicado somente em eleições.

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