POLÍTICA NACIONAL

Comissão debate regulamentação dos esportes eletrônicos

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José Luís da Conceição/A2 Fotografia
Tecnologia - geral - computador internet internauta fone de ouvido jogos eletrônicos
Mercado de e-Sports está em expansão no mundo

A Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados promove audiência pública na segunda-feira (14) para debater a regulamentação e os desafios dos esportes eletrônicos (e-Sports) no Brasil.

A iniciativa do debate é dos deputados Hélio Lopes (PSL-RJ), Felipe Carreras (PSB-PE), Julio Cesar Ribeiro (Republicanos-DF) e Luiz Lima (PSL-RJ).

Eles destacam que esse mercado cresce exponencialmente a cada ano, com o surgimento de competições internacionais de games como League of Legends, que é jogado no computador. “Como consequência, surge um intercâmbio de informações e de cultura de todas as partes do mundo, conectando direta e indiretamente os cinco continentes”, dizem.

Os parlamentares afirmam que os jogos trazem benefícios, como a melhoria da capacidade de memória, motora e de raciocínio dos praticantes “Trata-se de um tema, portanto, relevante para a economia, o esporte e a educação do País.”

Convidados
Foram convidados para a audiência, entre outros:

  • o presidente da Confederação Brasileira de Desporto Eletrônico, Daniel Cossi;
  • o psicólogo da organização MIBR  João Ricardo Cozac;
  • o secretário nacional do Esporte de Alto Rendimento, Bruno Souza;
  • o secretário de Ciência e Tecnologia do DF e organizador da Campus Party, Gilvan Máximo; e
  • o CEO da Federação Internacional de e-Sports, Paul J. Foster.
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Como assistir
A reunião será realizada no plenário 11, às 14 horas. O público poderá enviar perguntas aos participantes e acompanhar a discussão ao vivo por meio do portal e-Democracia.

Da Redação – MO

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POLÍTICA NACIONAL

PF abre inquérito para apurar suposto pedido de propina em vacinas da Covid-19

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Ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde Roberto Dias
Pedro França/Agência Senado

Ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde Roberto Dias

A Polícia Federal abriu inquérito para investigar se o ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Dias, pediu propina em uma negociação paralela de venda de vacinas feita por um vendedor ligado à empresa Davati Medical Supply , o policial militar Luiz Paulo Dominguetti.

O inquérito irá tramitar em Brasília, no Serviço de Inquéritos (Sinq). Também tramitam no Sinq o inquérito sobre possíveis irregularidades na compra da Covaxin e sobre suspeita de prevaricação do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) no caso Covaxin.

O suposto pedido de propina de Roberto Dias foi relatado por Dominguetti em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo e à CPI da Covid . A empresa Davati Medical Supply se apresentava como intermediadora da venda da vacina AstraZeneca e fez uma oferta de 400 milhões de doses da vacina ao ministério. A AstraZeneca, entretanto, nega que sua vacina seja vendida por meio de empresas intermediárias.

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Em seu relato, Dominguetti afirmou que Dias pediu propina de US$ 1 por dose em um encontro em um restaurante em Brasília .

O ex-diretor de Logística, porém, nega a acusação. Ele afirma que Dominguetti foi levado ao restaurante por um amigo em comum, o coronel Marcelo Blanco, que havia trabalhado no ministério, mas diz que nunca houve conversa sobre propina.

“É importante frisar que, ao contrário do que é alegado pelo Dominguetti, o tema propina, pedido de dinheiro, facilitação… nunca foi tratado à mesa ou em qualquer outro ambiente em que eu estive presente”, afirmou em uma nota divulgada na época das acusações.

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