POLÍTICA NACIONAL

Comissão debate situação precária de rodovia federal no Maranhão

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Billy Boss/Câmara dos Deputados
Audiência Pública - Preços dos combustíveis, privatização da Petrobras e outros assuntos. Dep. Hildo Rocha MDB - MA
Hildo Rocha: rodovia é uma importante rota turística do estado

A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados vai debater em audiência pública nesta terça-feira (28) a situação precária da BR-402, no Maranhão.

O deputado Hildo Rocha (MDB-MA), que pediu o debate, disse que o trecho da rodovia federal entre o município de Rosário (MA) e do distrito de Sobradinho, em Barreirinhas (MA), encontra-se bastante crítico, com riscos de danos irreversíveis caso não haja intervenção imediata.

“Além dessa grave situação, não existe nenhuma fiscalização por parte da Polícia Rodoviária Federal nesse trecho e tão pouco manutenção por parte do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). É interessante destacar que essa rodovia é uma importante rota turística do estado, com grande tráfego de veículos com destino aos Lençóis maranhenses”, disse o deputado.

Debatedores
Foram convidados para o debate:
– o superintendente regional do Dnit no estado do Maranhão, Glauco Magalhães Machado;
– representante do Departamento Nacional de Polícia Rodoviária Federal (PRF);
– representante do Ministério do Turismo; e
– representante do governo do Maranhão.

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Hora e local
A audiência será às 10 horas, em local a ser definido.

Da Redação – RS

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POLÍTICA NACIONAL

Kajuru critica ‘orçamento secreto’ impositivo previsto no projeto de LDO

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Em pronunciamento nesta quinta-feira (30), o senador Jorge Kajuru (Podemos-GO) lamentou que a execução das emendas do relator-geral do Orçamento, conhecidas por “orçamento secreto”, tenha se tornado impositiva, após a Comissão Mista de Orçamento (CMO) ter aprovado o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2023 (PLN 5/2022).

Kajuru lembrou que apresentou destaque para retirar a impositividade do texto do projeto, mas sua sugestão foi rejeitada. Para ele, é pouco provável que haja qualquer mudança no teor do PLN, quando for votado por deputados federais e senadores em sessão conjunta do Congresso Nacional.

— Ainda na CMO, ficou definido que as indicações do “orçamento secreto” em 2023 terão de contar com as assinaturas do presidente da comissão, deputado Celso Sabino (União-PA), e do relator-geral (do Orçamento), senador Marcelo Castro (MDB-PI). Antes, valia apenas a assinatura do relator-geral. Por que a mudança? O Congresso precisa validar o que foi aprovado na CMO, e tudo indica, infelizmente, que assim será feito. Ou seja, vamos seguir com orçamento secreto com nova roupagem. Além dos parlamentares (e, por favor, me incluam fora dessa), prefeitos e governadores também poderão fazer indicações — disse.

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O senador ainda repercutiu o editorial de hoje do jornal O Estado de S. Paulo. No texto, segundo ele, há a avaliação de que o próximo presidente da República vai encontrar um rastro de destruição em diversas áreas da administração pública federal, como economia, saúde, meio ambiente, cultura, relações exteriores e educação. Mas, de acordo com o editorial, nada vai se comparar com o legado da gestão orçamentária, entregue a um “grupo de parlamentares oportunistas” que cobram um alto preço para dar sustentação a Bolsonaro. 

Na opinião do senador, essa avaliação coincide, inclusive, com a impositividade do chamado orçamento secreto.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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