POLÍTICA NACIONAL

Congresso se ilumina de vermelho em apoio ao Dia Mundial do Doador de Sangue

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Pierre Triboli
Prédio do Congresso iluminado de vermelho. Ao fundo a noite escura
O prédio do Congresso costuma ser iluminado para chamar atenção para temas atuais

O prédio do Congresso Nacional recebe iluminação vermelha nesta segunda-feira (14), Dia Mundial do Doador de Sangue.

A data foi criada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2014, com o objetivo de homenagear os doadores de sangue e conscientizar os não-doadores sobre a importância deste gesto, responsável pela salvação de milhares de vida.

Segundo o Ministério da Saúde, 1,8% da população brasileira doa sangue de forma regular. Esse número fica um pouco abaixo dos 2% ideais definidos pela Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), mas bem atrás dos 5% registrados em países da Europa. As doações constantes são essenciais, sobretudo nesse período de pandemia de Covid-19, quando houve queda de até 50% no número de doações em algumas regiões do Brasil.

Da Redação – ND
Com informações da Assessoria de Imprensa da Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

PF abre inquérito para apurar suposto pedido de propina em vacinas da Covid-19

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Ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde Roberto Dias
Pedro França/Agência Senado

Ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde Roberto Dias

A Polícia Federal abriu inquérito para investigar se o ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Dias, pediu propina em uma negociação paralela de venda de vacinas feita por um vendedor ligado à empresa Davati Medical Supply , o policial militar Luiz Paulo Dominguetti.

O inquérito irá tramitar em Brasília, no Serviço de Inquéritos (Sinq). Também tramitam no Sinq o inquérito sobre possíveis irregularidades na compra da Covaxin e sobre suspeita de prevaricação do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) no caso Covaxin.

O suposto pedido de propina de Roberto Dias foi relatado por Dominguetti em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo e à CPI da Covid . A empresa Davati Medical Supply se apresentava como intermediadora da venda da vacina AstraZeneca e fez uma oferta de 400 milhões de doses da vacina ao ministério. A AstraZeneca, entretanto, nega que sua vacina seja vendida por meio de empresas intermediárias.

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Em seu relato, Dominguetti afirmou que Dias pediu propina de US$ 1 por dose em um encontro em um restaurante em Brasília .

O ex-diretor de Logística, porém, nega a acusação. Ele afirma que Dominguetti foi levado ao restaurante por um amigo em comum, o coronel Marcelo Blanco, que havia trabalhado no ministério, mas diz que nunca houve conversa sobre propina.

“É importante frisar que, ao contrário do que é alegado pelo Dominguetti, o tema propina, pedido de dinheiro, facilitação… nunca foi tratado à mesa ou em qualquer outro ambiente em que eu estive presente”, afirmou em uma nota divulgada na época das acusações.

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