POLÍTICA NACIONAL

CPI da Covid: STF mantém quebra de sigilo de assessor de Eduardo Bolsonaro

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Rosa Weber, ministra do STF
O Antagonista

Rosa Weber, ministra do STF

A vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Rosa Weber, manteve a quebra do sigilo telefônico e telemático de Carlos Eduardo Guimarães, assessor do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). Ela negou um pedido feito pela defesa para suspender a medida, que havia sido determinada em 30 de junho pela  CPI da Covid.

A CPI, que apura as ações e omissões do governo federal durante a pandemia, aprovou um requerimento do relator da comissão, o senador Renan Calheiros (MDB-AL). Para justificar a quebra de sigilo, Renan apontou que Carlos Eduardo atuaria no chamado “gabinete do ódio”, ou seja, um grupo ligado ao Palácio do Planalto com o objetivo de fazer ataques e disseminar mentiras.

A defesa foi até o STF, alegando que o requerimento tinha argumentos genéricos e que a CPI “em muito se desviou de sua função original, tendo se tornado verdadeiro palanque político para promoção partidária”.

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Segundo sua advogada, Karina Kufa, não houve, na CPI, qualquer depoimento citando Carlos Eduardo como disseminador de mentiras na internet. Ela destacou ainda que o requerimento cita notícias veiculada na imprensa, mas “deixou de descrever objetivamente quais foram as reportagens ou notícias que corroboravam com a medida excessiva solicitada”.

No STF, o caso tem como relatora a ministra Cármen Lúcia. Como a Corte está de recesso em julho, os pedidos foram analisados pelo presidente Luiz Fux até o dia 17. Do dia 18 para cá, estão sendo encaminhados para Rosa. A decisão final será de Cármen Lúcia, que poderá manter a decisão da vice-presidente do STF ou, ao contrário, atender o pedido da defesa.

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POLÍTICA NACIONAL

DEM-PSL: deputados federais planejam motim contra rumos da fusão

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O prefeito de Belford Roxo, Waguinho Carneiro
Reprodução/Instagram

O prefeito de Belford Roxo, Waguinho Carneiro

O presidente estadual do DEM, Sóstenes Cavalcante, não é o único a se insurgir contra a possibilidade de o novo partido, fruto da fusão com o PSL, vir a ser comandado, no Rio, pelo prefeito de Belford Roxo, Wagner dos Santos Carneiro, o Waguinho.

Os 12 deputados federais do PSL também estão germinando uma rebelião contra os rumos da fusão em território fluminense. Os insurgentes estão prestes a bater o martelo: se Waguinho ficar com a presidência do diretório estadual — como vem sendo cogitado — eles saem.

Proposta

Sóstenes tem o apoio da maioria para ficar no posto, mas uma terceira via também pode ser negociada. Os nomes na mesa são Juninho do Pneu, pelo DEM, ou Delegado Antônio Furtado, pelo PSL.

Sargento Gurgel (PSL), que já capitaneou o diretório, quer manter distância do cargo. “No tempo em que passei na presidência, sofri muito desgaste e não valeu a pena. Agora quero cuidar da minha reeleição”, declarou.

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A turma do presidente

Com ou sem a presidência de Waguinho (PSL), porém, o futuro DEM-PSL já nascerá dividido. Quase metade da bancada federal do partido que elegeu Jair Bolsonaro em 2018 só quer permanecer na nova legenda se o candidato a presidente for, de novo, o capitão.

Helio Lopes, Márcio Labre, Carlos Jordy, Chris Tonietto e Daniel Silveira já deixaram essa posição bem clara. Acontece que os caciques Luciano Bivar (PSL) e ACM Neto (DEM) já bateram o martelo: o conglomerado terá a sua própria opção à Presidência da República. O que não falta é pré-candidato: Rodrigo Pacheco ou Luiz Henrique Mandetta, pelo DEM, e José Luiz Datena, pelo PSL, são algumas das opções.

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