POLÍTICA NACIONAL

CPI pede à PF três policiais “com máxima urgência” para ajudar nas investigações

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Mesa diretora da CPI da Covid
Divulgação/Agência Senado/Jefferson Rudy

Mesa diretora da CPI da Covid

A cúpula da  Comissão Parlamentar de Inquérito ( CPI ) da Covid no Senado decidiu solicitar a presença de servidores da Polícia Federal para auxiliar nas investigações durante as oitivas. As informações foram apuradas pelo jornalista Igor Gadelha , pelo portal Metrópoles .

O requerimento pedindo que a PF compareça “com máxima urgência, ao menos três servidores de carreira policial”, já foi enviado à instituição pelo presidente da CPI, o senador Omar Aziz (PSD-AM) . No texto, Aziz pede que os servidores cedidos pela corporação tenha acesso ao sistema e “experiência em análise de sigilos”.

A solicitação, segundo o colunista, foi enviada mesmo com certa resistência dos membros da oposição, que dizem temer que os servidores da PF vazem a estratégia deles para os governistas. Além da Polícia Federal, a direção já pediu contribuição do Tribunal de Contas da União (TCU) e da Receita Federal para auxiliar nas investigações.

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Confira o documento:

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POLÍTICA NACIONAL

PF abre inquérito para apurar suposto pedido de propina em vacinas da Covid-19

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Ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde Roberto Dias
Pedro França/Agência Senado

Ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde Roberto Dias

A Polícia Federal abriu inquérito para investigar se o ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Dias, pediu propina em uma negociação paralela de venda de vacinas feita por um vendedor ligado à empresa Davati Medical Supply , o policial militar Luiz Paulo Dominguetti.

O inquérito irá tramitar em Brasília, no Serviço de Inquéritos (Sinq). Também tramitam no Sinq o inquérito sobre possíveis irregularidades na compra da Covaxin e sobre suspeita de prevaricação do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) no caso Covaxin.

O suposto pedido de propina de Roberto Dias foi relatado por Dominguetti em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo e à CPI da Covid . A empresa Davati Medical Supply se apresentava como intermediadora da venda da vacina AstraZeneca e fez uma oferta de 400 milhões de doses da vacina ao ministério. A AstraZeneca, entretanto, nega que sua vacina seja vendida por meio de empresas intermediárias.

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Em seu relato, Dominguetti afirmou que Dias pediu propina de US$ 1 por dose em um encontro em um restaurante em Brasília .

O ex-diretor de Logística, porém, nega a acusação. Ele afirma que Dominguetti foi levado ao restaurante por um amigo em comum, o coronel Marcelo Blanco, que havia trabalhado no ministério, mas diz que nunca houve conversa sobre propina.

“É importante frisar que, ao contrário do que é alegado pelo Dominguetti, o tema propina, pedido de dinheiro, facilitação… nunca foi tratado à mesa ou em qualquer outro ambiente em que eu estive presente”, afirmou em uma nota divulgada na época das acusações.

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