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Datena confirma que disputará as eleições em 2022: “Dessa vez é para valer”

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Apresentador José Luiz Datena ainda não se decidiu se será candidato à presidência, ao governo de São Paulo ou ao Senado
Marcos Corrêa/PR

Apresentador José Luiz Datena ainda não se decidiu se será candidato à presidência, ao governo de São Paulo ou ao Senado

Filiado recentemente ao PSL , o apresentador José Luiz Datena confirmou em entrevista à revista Veja que seu nome estará nas urnas nas eleições de 2022. Cotado como alternativa a Lula e Bolsonaro, ele disse, entretanto, que não sabe ainda se sua candidatura será ao Senado, ao governo de São Paulo ou à presidência. Segundo ele, está nas mãos do partido.

“Isso depende do partido. Eu continuo ancorado com a possibilidade de disputar o senado ou o governo de São Paulo. Por enquanto eu sou apresentado como pré-candidato único do PSL e não tenho medo nenhum de disputar a Presidência da República. Pelo contrário. Cada vez mais se concretiza a possibilidade de que exista mesmo uma terceira via para que o brasileiro tenha mais opções. O Brasil precisa pensar em si, não só em duas pessoas. Lula e Bolsonaro já fizeram o que tinham que fazer pelo Brasil”, disse.

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Com 7% das intenções de voto, s egundo levantamento divulgado ontem pelo Paraná Pesquisas, Datena ainda especulou uma possível aliança com outro nome da “terceira via”: o pedetista Ciro Gomes.

“Sem o Bolsonaro e sem o Lula eu abriria uma vantagem grande sobre o Ciro, que é um candidato muito bom. Na média das pesquisas eu e ele temos 7% cada um. Juntos, 14%. Já pensou numa aliança com o Ciro? (…) Não está afastada nenhuma possibilidade. Para você quebrar a probabilidade de ter uma disputa entre só dois, alguém deve abrir mão.”

O apresentador ainda rechaçou a ideia de que ele seria um candidato de direita. Ele afirmou que, como apresentador, aborda mais temas sociais do que policiais e que possivelmente disputaria muitos votos da esquerda com o ex-presidente Lula. “Não tenha dúvida que tem muito cara de esquerda que vota em mim”, afirmou.

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão debate Programa Casa Verde Amarela

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André Santos/Prefeitura de Uberaba-MG
Habitação - casas - moradia popular conjuntos habitacionais déficit habitacional (Uberaba-MG)
O crescimento da população brasileira vai gerar demanda por mais 30,7 milhões de novos domicílios até 2030, segundo estudo da  FGV

A Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados promove audiência pública na quarta-feira (22) sobre o Programa Casa Verde Amarela do governo federal, criado pela Lei 14118/21.

O debate ocorre no plenário 14, às 10 horas, com transmissão interativa pelo e-Democracia.

O pedido para realização da audiência foi apresentado pelos deputados José Ricardo (PT-AM) e Joseildo Ramos (PT-BA). Eles temem que o novo programa do governo não dê conta de enfrenta o déficit habitacional do País.

“O programa Casa Verde Amarela não prevê aporte significativo de recursos orçamentários para produção habitacional, nem subsídios como havia no Minha Casa Minha Vida Faixa 1, que atendia famílias com renda até R$ 1.800,00, em que as prestações não passavam de 10 % da renda pelo período de 10 anos. Esta faixa responde por mais de 70% do déficit habitacional brasileiro”, destacam os deputados.

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Eles criticam a abertura de novas linhas de financiamento, previstas no programa, com prestação mensal que pode chegar a 30% da renda por um período de 30 anos. “Além disso, as exigências para as famílias acessarem o financiamento (não possuir restrição cadastral, necessidade de parte do valor do imóvel como entrada, comprovação de renda estável) excluem a maior parte das famílias que demandam moradia. Isto confunde o que é Moradia de Interesse Social com Produção de Moradias para o Mercado Imobiliário”, acrescentaram.

Foram convidados para o debate, entre outros:

  • secretário Nacional de Habitação, Alfredo Eduardo dos Santos;
  • representante da União Nacional por Moradia Popular, Alberto Freire;
  • diretora de Relações Institucionais do Instituto Brasileiro de Direito Urbanístico (IBDU), Rosane de Almeida Tierno.

Da Redação – GM

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