POLÍTICA NACIONAL

Debates de TV são cancelados e frustram adversários de Russomanno em São Paulo

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Candidatos à Prefeitura de São Paulo participaram do primeiro debate das eleições 2020
Reprodução/TV Band

Candidatos à Prefeitura de São Paulo participaram do primeiro debate das eleições na Band

As emissoras SBT, Record e CNN Brasil cancelaram os debates previstos entre os candidatos à Prefeitura de São Paulo nas eleições municipais de 2020 e frustraram os adversários de Celso Russomanno (Republicanos), que lidera as pesquisas de intenções de voto feitas até agora e tem o apoio do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Segundo a primeira pesquisa Datafolha realizada desde que a campanha eleitoral começou, o deputado federal e apresentador de TV aparece em primeiro lugar, com 29% das intenções de voto.

Para manter esse percentual, Russomanno tem adotado uma estratégia de pouca exposição após ser o  candidato mais atacado no debate da TV Bandeirantes, realizado na semana passada.

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Nas últimas vezes em que entrou na disputa pela Prefeitura, em 2012 e 2016, o republicano também teve bom desempenho no início das campanhas, mas foi se desidratando conforme o dia da eleição foi se aproximando. Nas duas oportunidades, Russomanno não chegou nem ao segundo turno.

Segundo informações do jornal Folha de S. Paulo , marqueteiros e coordenadores da campanhas de adversários do candidato reagiaram negativamente à escassez de debates. Eles reconhecem a dificuldade de fazer esses encontros em meio à pandemia da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, mas defendem que eles deveriam ser feitos para ajudar o eleitor e dar vitrines para os postulantes.

Na avaliação deles, os cancelamentos podem beneficiar Russomanno, já que ele não precisaria explicar suas propostas, inclusive a do auxílio emergencial paulistano, que está sendo considerada uma medida frágil. Assim como os ideias do candidato, também ficariam de fora assuntos de sua vida pessoal e da atividade parlamentar que já o desgastaram em eleições anteriores.

A assessoria de Russomanno divulgou nota na semana passada para informar que o deputado só compareceria a debates com a presença de todos os postulantes que têm direito a participar. Nesse caso, seriam 10 dos 14 candidatos à Prefeitura de São Paulo. Quanto mais pessoas debatendo, mais o tempo ficaria dividido entre elas e, consequentemente, menos tempo Russomanno apareceria.

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O debate da Globo, que tradicionalmente é o último a ser realizado antes do pleito, ainda mantém a sua data para o debate, no dia 12 de novembro. Sua realização, no entanto, ainda é incerta. A emissora pretende fazer o debate somente com os quatro primeiros colocados nas pesquisas, desde que todos os demais candidatos concordem com a proposta.

O único encontro confirmado que vai acontecer até agora é o da RedeTV, marcado para 23 de outubro.

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POLÍTICA NACIONAL

“Quer que eu baixe na canetada?”, diz Bolsonaro sobre diminuir preço do arroz

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Presidente Jair Bolsonaro
Agência Brasil

Presidente Jair Bolsonaro manifestou irritação sobre possibilidade de tabelar preço

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ficou irritado com um apoiador que pediu a ele que diminuísse o preço do arroz durante uma agenda em Cruzeiro, no Distrito Federal, neste domingo (25).

“Bolsonaro, baixa o preço do arroz, por favor. Não aguento mais”, disse o homem que abordou o presidente enquanto ele se prepararava para subir em sua moto.

“Tu quer que eu baixe na canetada? Você quer que eu tabele? Se você quer que eu tabele, eu tabelo. Mas você vai comprar lá na Venezuela”, respondeu Bolsonaro.

O homem saiu sem dizer nada. “Fala, e vai embora”, comentou o presidente diante dos demais apoiadores, seguranças e jornalistas que estavam no local.

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Durante a manhã de hoje, o presidente passeou de moto pelo DF com os ministros da Secretaria de Governo, general Luiz Eduardo Ramos, e da Casa Civil, general Walter Braga Neto.

No interior do mercado, Bolsonaro foi ovacionado por apoiadores e ouviu palavras em sua defesa. Na saída do local, porém, foi recepcionado com gritos de “fora Bolsonaro”.

Pressionada pela alta de preços dos alimentos e das passagens aéreas, a prévia da inflação oficial brasileira registrou em outubro sua maior alta desde 1995. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo 15) acelerou para 0,94% no mês, após alta de 0,45% em setembro.

No ano, a inflação acumulada é de 2,31%. No acumulado de 12 meses até outubro, o índice também acelerou para alta de 3,52%, vindo de 2,65% em setembro.

O grupo de alimentação e bebidas subiu 2,24% na prévia da inflação de outubro, alta puxada pelos alimentos consumidos em domicílio (2,95%). Entre os alimentos, os principais destaques foram óleo de soja (22,34%), arroz (18,48%), tomate (14,25%), leite longa vida (4,26%) e carnes (4,83%).

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