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Dinâmica do debate da Band em São Paulo favorece líderes em pesquisas; entenda

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Candidatos à Prefeitura de São Paulo em púlpitos no estúdio da Band
Reprodução/TV Bandeirantes

Candidatos à Prefeitura de São Paulo participaram de debate da TV Bandeirantes na quinta-feira (1º)

O primeiro debate de TV realizado na noite desta quinta-feira (1º) pela Band para as eleições municipais em São Paulo deixou os três candidatos que lideram as pesquisas de intenções de voto com mais espaço para exposição de suas ideias. Enquanto isso, os pleiteantes que aparecem na lanterna da disputa ficaram mais isolados e trocaram mais perguntas, sendo que alguns chegaram inclusive a ficar um bloco inteiro sem responder perguntas.

No primeiro bloco, quando foram sorteados dois temas para que os candidatos expusessem propostas, todos tiveram oportunidade de falar. Os primeiros cinco falaram sobre a Cracolândia. Já os seis demais tiveram que falar sobre as medidas que adotariam para a geração de empregos caso fossem eleitos.

O segundo e quarto blocos, no entanto, concentraram os embates nos candidatos mais bem posicionados nas pesquisas. Como eles tinham a chance de fazer suas próprias perguntas e ainda escolher quem iria responder, com direito posterior a uma tréplica, Celso Russomanno (Republicanos) foi o candidato mais acionado para dar respostas.

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Somando todas as vezes que foi questionado, o republicano foi convidado a se manifestar seis vezes. Ele está em primeiro nas pesquisas. Depois dele quem mais respondeu perguntas foram o prefeito Bruno Covas (PSDB), que está na disputa para tentar a reeleição, e Márcio França (PSB). Ambos responderam quatro perguntas, sendo que o tucano aparece em segundo nas intenções e França em terceiro, empatado tecnicamente com Guilherme Boulos (PSOL). As comparações foram feitas com base na última pesquisa Datafolha.

Os candidatos mais mal posicionados tiveram poucas oportunidades de falar. Foram eles Orlando Silva (PCdoB), Andrea Matarazzo (PSD), Joice Hasselmann (PSL), Arthur do Val (Patriota) e Marina Helou (Rede). Jilmar Tatto (PT) e Filipe Sabará (Novo) não foram escolhidos por nenhum outro candidato para responder perguntas.

Abaixo, a visualização mostra como foi a dinâmica do debate. Do lado esquerdo aparecem todos os candidatos, que tiveram cada um a oportunidade de fazer duas perguntas a seus adversários. Do lado direito, os candidatos que foram escolhidos para responder as perguntas, bem como a quantidade de vezes em que isso aconteceu. O tamanho da barra representa proporcionalmente quantas vezes cada candidato foi acionado.

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No terceiro bloco do debate, jornalistas puderam fazer perguntas aos candidatos, escolhendo quem responderia e quem faria comentários sobre a resposta do adversário. Nesse caso, todos tiveram os mesmos espaços, respondendo uma pergunta e comentando uma resposta cada um.

A dinâmica, porém, voltou a focar seus embates nos candidatos que lideram a corrida eleitoral até agora. O prefeito Bruno Covas, por exemplo, respondeu uma pergunta que teve comentário de Celso Russomanno. Em outro momento, Márcio França deu uma resposta que teve comentário de Guilherme Boulos. Os quatro são os mais bem posicionados.

Os demais candidatos ficaram novamente isolados, sem poder falar sobre as posições de quem têm ganhado mais visibilidade. Veja a seguir como foi a disposição das perguntas feitas pelos jornalistas. Do lado esquerdo aparece a quantidade de perguntas feitas pelos jornalistas. Ao centro, o candidato escolhido para responder. À direita, quem foi o responsável por comentar.

Por fim, no último bloco todos os candidatos voltaram a ter espaços iguais para fazer suas considerações finais. Cada um pôde falar por 45 segundos para encerrar sua participação.

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POLÍTICA NACIONAL

A partir de hoje, candidatos só podem ser presos em flagrante

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Agência Brasil

A regra para ambos os casos vale até 48 horas antes depois do término do primeiro turno
Foto; José Cruz/Arquivo/Agência Brasil

A regra para ambos os casos vale até 48 horas antes depois do término do primeiro turno

A partir deste sábado (31), nenhum candidato às eleições 2020 pode ser preso ou detido, a não ser em casos de flagrante.

Segundo o Código Eleitoral, a imunidade para os concorrentes começa a valer 15 dias antes da eleição. Já eleitores não poderão ser presos cinco dias antes das eleições, ou seja, a partir do dia 10, exceto em flagrante delito; em virtude de sentença criminal condenatória por crime inafiançável; e por desrespeito a salvo-conduto.

A regra para ambos os casos vale até 48 horas antes depois do término do primeiro turno.

Ainda pelo calendário eleitoral, hoje também é o último dia para a requisição de funcionários e instalações destinadas aos serviços de transporte de eleitores no primeiro e eventual segundo turnos de votação. 

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Este ano por causa da pandemia do novo coronavírus uma emenda constitucional, aprovada pelo Congresso Nacional, adiou as eleições de outubro para 15 e 29 de novembro, o primeiro e o segundo turno, respectivamente.

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