POLÍTICA NACIONAL

Doria diz que decisão de afastar Witzel é “no mínimo estranha”

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João Doria, governador de São Paulo, e Wilson Witzel, governador afastado do Rio de Janeiro.
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João Doria, governador de São Paulo, e Wilson Witzel, governador afastado do Rio de Janeiro.

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), declarou que considera “no mínimo estranha” a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) de afastar o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC) . A declaração foi dada nesta sexta-feira (28) durante uma coletiva de imprensa no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo.

“Não estou aqui para fazer juízo de valor nem juízo de mérito”, disse Doria. “Eu defendo sempre que investigações e esclarecimentos de denúncias sejam feitos. Porém, quero registrar, como governador do estado de São Paulo, que uma decisão desta dimensão, monocrática e não de um colegiado, é no mínimo estranha “.

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Doria defendeu que, devido à importância da decisão, ela deveria ser tomada não por um único juiz, mas por um colegiado .

O governador de São Paulo afirmou que “uma decisão desta natureza e desta dimensão tomada por um único juiz, e não por um colegiado, não representa um fator de proteção democrática ao direito de defesa”.

Wilson Witzel , eleito com um discurso contra a corrupção, foi afastado hoje do cargo de governador do Rio de Janeiro por 180 dias, por decisão do ministro Benedito Gonçalves. A suspeita é de fraude em compras na área da saúde durante a pandemia de Covid-19. 

Em paralelo, tramita na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) um processo de impeachment contra o agora governador afastado.

O vice-governador, Cláudio Castro , assumiu o cargo de governador de forma provisória. Ele foi alvo de mandados de busca e apreensão na operação da Polícia Federal nesta sexta-feira.

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POLÍTICA NACIONAL

Ministro da Educação diz que jamais incentivou discriminação

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O ministro da Educação, Milton Ribeiro, divulgou nota neste sábado (26) dizendo que teve uma fala “interpretada de modo descontextualizado” em matéria veiculada no jornal O Estado de São Paulo na última semana. 

Na última quinta-feira (24), Ribeiro fez comentários considerados discriminatórios que foram reproduzidos em redes sociais. O ministro afirma que as falas foram retiradas do contexto e tiveram interpretação equivocada.

“Jamais pretendi discriminar ou incentivar qualquer forma de discriminação em razão de orientação sexual”, diz a publicação. “Trechos da declaração, retirados de seu contexto e com omissões parciais, passaram a ser reproduzidos nas mídias sociais, agravando interpretação equivocada e modificando o real sentido daquilo que se pretendeu expressar.”

O Ministro pediu desculpas a quem se sentiu ofendido. “Por fim, diante de meus valores cristãos, registro minhas sinceras desculpas àqueles que se sentiram ofendidos e afirmo meu respeito a todo cidadão brasileiro, qual seja sua orientação sexual, posição política ou religiosa.”

 

 

Edição: Aline Leal

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