POLÍTICA NACIONAL

Estado Maior do Exército mantém sigilo por 100 anos em processo de Pazuello

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Ex-ministro Eduardo Pazuello em ato político com o presidente Jair Bolsonaro
Reprodução/redes sociais

Ex-ministro Eduardo Pazuello em ato político com o presidente Jair Bolsonaro

O Estado Maior do Exército rejeitou pedido para revogar o sigilo de 100 anos atribuído ao processo administrativo disciplinar aberto contra o general Eduardo Pazuello. Em resposta a um recurso apresentado com base na Lei de Acesso à Informação (LAI), o Estado Maior preferiu manter a proteção dos documentos que tratam da apuração sobre a participação de Pazuello em um ato político ao lado do presidente Jair Bolsonaro no dia 23 de maio no Rio de Janeiro.

Na resposta ao recurso, o Estado Maior repetiu que os processos administrativos disciplinares detêm informações pessoais e que, por esse motivo, a consulta aos documentos está restrita a própria Força e ao investigado. A restrição de acesso por terceiros serviria para preservar a intimidade e privacidade do militar.

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(Leia a íntegra da reportagem para assinantes)

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POLÍTICA NACIONAL

Ministro defende privatização dos Correios em pronunciamento

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O ministro das Comunicações, Fábio Faria, fez, na noite de hoje (2), um pronunciamento em rede nacional de rádio e TV para defender o projeto de privatização dos Correios. A defesa foi feita em função da retomada dos trabalhos do Legislativo após o recesso parlamentar de julho.

No pronunciamento, o ministro disse que os Correios são um “orgulho do Brasil” e que é preciso fortalecer a estatal para garantir a universalização dos serviços postais.

“Com a privatização, os Correios vão conseguir crescer, competir, gerar mais empregos, desenvolver novas tecnologias, ganhar mais eficiência, agilidade e pontualidade. Somente assim, os Correios poderão manter a universalização dos serviços postais, que significa estar presente em todos recantos do país”, disse. 

Faria também disse que, no passado, a empresa foi alvo de corrupção e que a estatal registrou lucro de R$ 1,5 bilhão em 2020.

“Mesmo com muito trabalho e seriedade, o faturamento se mostra insuficiente frente ao que precisa ser investido todos os anos. São necessários R$ 2,5 bilhões por ano em investimentos para que os Correios permaneçam competitivos e possam disputar o mercado com as outras empresas de entrega, de logística que já operam aqui no Brasil”, afirmou. 

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Em abril deste ano, os Correios foram incluídos no Programa Nacional de Desestatização (PND).

O tema está em debate na Câmara dos Deputados, por meio do Projeto de Lei (PL) 591/21, que trata da exploração dos serviços postais pela iniciativa privada. A urgência da tramitação do projeto já foi aprovada pela Casa.

Veja o pronunciamento:

Edição: Fábio Massalli

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