POLÍTICA NACIONAL

Estudando opções, Alcolumbre pode assumir ministério e beneficiar o irmão

Publicados

em


source
Alcolumbre
Marcos Corrêa/PR

Davi Alcolumbre (DEM-AP), presidente do Senado, e Jair Bolsonaro

Com a aproximação do término de sua passagem pela presidência do Senado, Davi Alcolumbre começa a estudar possíveis alternativas de futuro . Assumir a vice-presidência em caso de vitória de seu apadrinhado, o senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG) surge como uma das alternativas, mas a possibilidade de se tornar ministro do governo Bolsonaro também não é descartada.

Segundo informações do jornal Folha de S.Paulo, a opção de “descer alguns degraus” na hierarquia não é vista com bons olhos por congressistas, mesmo com a insistência de Alcolumbre , por dois motivos: primeiro porque ele poderia se  transformar em uma “sombra” de Pacheco , o que poderia levantar “suspeitas sobre sua independência, e segundo porque deixaria o DEM com as duas cadeiras, o que poderia atrapalhar negociações dentro do próprio bloco de apoio ao candidato.

Sobre as possibilidades dentro do governo Bolsonaro , algo que ainda enfrenta resistência por parte dos apoiadores do presidente, o texto aponta que Alcolumbre estaria de olho na Secretaria de Governo , hoje nas mãos do general Luiz Eduardo Ramos. A ideia seria manter o trabalho de articulação e garantir um possível retorno ao comando do Senado no início de 2023.

Outra opção seria o Ministério do Desenvolvimento Regional , substituindo Rogério Marinho, que dispõe de grande verba para obras, o que manteria o “poder de barganha” com os outros congressistas.

Em ambos os casos, conseguir vaga no governo também seria benéfico do ponto de vista “familiar”. Deixando o Senado, Alcolumbre abriria espaço para a chegada do irmão,  Josiel Alcolumbre, que é seu suplente e foi derrotado na última eleição para a Prefeitura de Macapá por Antônio Furlan (Cidadania), ficando assim sem um cargo fixo.

Propaganda

POLÍTICA NACIONAL

Em Israel, Ernesto Araújo defende parceria para produção de insumos contra covid

Publicados

em


source
Comitiva brasileira enviada para Israel
Ministério das Relações Exteriores

Comitiva brasileira enviada para Israel

O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo , defendeu neste domingo (7), que o Brasil feche parcerias com Israel para o desenvolvimento de vacinas e remédios para combater a pandemia da covid-19.

Em pronunciamento após reunião com o chanceler israelense Gabi Ashkenazi, primeiro compromisso oficial da comitiva brasileira que embarcou no sábado (6), rumo ao país do Oriente Médio, Araújo reconheceu que Israel “dá exemplo de vacinação” e está “liderando o caminho no combate à pandemia”.“Queremos ser parceiros no desenvolvimento de vacinas e de remédios que possam tanto tratar como prevenir contra a covid”, disse Araújo.

Ele disse que o Brasil “tem iniciativas interessantes” na área, sem dar mais detalhes. Em sua fala, o chanceler israelense disse estar ciente do momento difícil pelo qual passa o Brasil em relação à pandemia, e disse que seu país “fará todo o possível” para ajudar. Israel é líder mundial em vacinação, já tendo vacinado ao menos metade da população com o imunizante da Pfizer/BioNtech.

Leia Também:  Juristas que analisam legislação sobre racismo têm encontro com parlamentares negros

Você viu?

Os dois chanceleres também discutiram outros assuntos, entre os quais o combate ao terrorismo. “Por muito tempo foi muito mais uma questão de somente dizer que repudiamos o terrorismo. Agora queremos agir contra ele, e não fingir que não existe em nossa região”, disse Araújo.

De acordo com o Itamaraty , o ministro das Relações Exteriores brasileiro deve se reunir na segunda-feira (8), com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu. Estão previstos encontros da comitiva brasileira com dirigentes do Centro Médico Sourasky (conhecido como Hospital Ichilov), que estuda a eficácia do spray nasal EXO-CD 24 contra a covid-19.

O interesse do Brasil pelo tratamento foi divulgado pelo presidente Jair Bolsonaro no mês passado. Há encontros previstos também com representantes do Instituto Weizman de Ciência, que estuda o desenvolvimento de vacinas contra a covid-19 , e do Centro de Pesquisa do Hospital Hadassah, que estuda o uso do medicamento Allocetra no tratamento da doença.

Integram a comitiva o secretário especial de Comunicação Social, Fábio Wajngarten; o assessor especial da Presidência Filipe Martins; os deputados Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e Hélio Lopes (PSL-RJ); o embaixador Kenneth Félix Haczynski da Nóbrega; o secretário de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde, Hélio Angotti Neto; e o secretário de Políticas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério da Ciência e Tecnologia, Marcelo Marcos Morales.

Continue lendo

MOMENTO POLICIAL

MOMENTO DESTAQUE

MOMENTO MULHER

MOMENTO PET

MAIS LIDAS DA SEMANA