POLÍTICA NACIONAL

Fachin diz a Fux que Lava Jato é pautada na “legalidade constitucional”

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Fachin destacou a importância da Lava Jato.

O ministro Edson Fachin , relator dos processos da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), disse que a operação é pautada pela “legalidade constitucional” e que ela combate a “garantia da impunidade” que existe no Brasil. A afirmação foi feita em um relatório enviado pelo ministro ao novo presidente do STF, o ministro Luiz Fux.

Segundo Fachin, o Brasil cobra melhorias nos serviços públicos e uma maior eficiência das instituições estatais e do Judiciário. Para o ministro, o combate à corrupção e à lavagem de dinheiro são frutos dessas demandas da população.

“Penso que é exatamente como um esforço de aprimoramento da jurisdição, um esforço por maior eficiência, que deva ser visto o trabalho de diversas instituições no combate à corrupção e à lavagem de dinheiro. Tais esforços são, antes de tudo, frutos de uma histórica demanda por mais eficiência na justiça e por maior qualidade na prestação de serviços públicos”, afirmou o ministro.

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A fala de Fachin vem em um momento no qual a Lava Jato passa por mudanças. Além da saída de Deltan Dallagnol, a operação vem sendo remodelada. O procurador-geral da República, Augusto Aras, defende que o fim do punitivismo nas ações da Lava Jato.

Durante seu discurso de posse como presidente do STF, Fux defendeu os avanços no combate a corrupção e citou a Lava Jato. “Não admitiremos qualquer recuo no enfrentamento da criminalidade organizada, da lavagem de dinheiro e da corrupção”, afirmou o agora presidente da Corte.

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POLÍTICA NACIONAL

Ministro da Educação diz que jamais incentivou discriminação

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O ministro da Educação, Milton Ribeiro, divulgou nota neste sábado (26) dizendo que teve uma fala “interpretada de modo descontextualizado” em matéria veiculada no jornal O Estado de São Paulo na última semana. 

Na última quinta-feira (24), Ribeiro fez comentários considerados discriminatórios que foram reproduzidos em redes sociais. O ministro afirma que as falas foram retiradas do contexto e tiveram interpretação equivocada.

“Jamais pretendi discriminar ou incentivar qualquer forma de discriminação em razão de orientação sexual”, diz a publicação. “Trechos da declaração, retirados de seu contexto e com omissões parciais, passaram a ser reproduzidos nas mídias sociais, agravando interpretação equivocada e modificando o real sentido daquilo que se pretendeu expressar.”

O Ministro pediu desculpas a quem se sentiu ofendido. “Por fim, diante de meus valores cristãos, registro minhas sinceras desculpas àqueles que se sentiram ofendidos e afirmo meu respeito a todo cidadão brasileiro, qual seja sua orientação sexual, posição política ou religiosa.”

 

 

Edição: Aline Leal

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