POLÍTICA NACIONAL

Flavio Bolsonaro pede que Renan seja afastado da relatoria da CPI; veja o vídeo

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Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ) na CPI da Covid
Marcos Oliveira/Agência Senado

Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ) na CPI da Covid


Durante a sessão da CPI da Covid nesta sexta-feira (18), o senador Flavio Bolsonaro (Patriota-RJ), pediu aos membros da Comissão para que o relator Renan Calheiros (MDB-AL) seja afastado. O filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse que o fato de  Calheiros ter deixado a oitiva nesta manhã foi um “desrespeito com o Senado Federal”.

“Queria solicitar que alguém protocolasse o requerimento para que se discutisse a destituição do senador Renan Calheiros da relatoria dessa CPI”, disse Flavio. “O que aconteceu hoje, essa postura do senador Renan Calheiros em especial, de se levantar da CPI, é um desrespeito não apenas com as pessoas que estão aí hoje para falar e que eu estão dando uma aula para o Brasil, mas a todos os membros da CPI, um desrespeito ao Senado Federal”, continuou.

De acordo com ele, a postura de Calheiros foi uma constatação de que “ele não tem a menor possibilidade de continuar nessa relatoria”.

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Nesta manhã, Renan Calheiros deixou a Comissão após se recusar a questionar os depoentes . Hoje, a CPI da Covid ouve dois médicos, Ricardo Zimerman e Francisco Cardoso , apoiadores do “tratamento precoce” com o uso de medicamentos não comprovados cientificamente contra a infecção pelo novo coronavírus.

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POLÍTICA NACIONAL

PF abre inquérito para apurar suposto pedido de propina em vacinas da Covid-19

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Ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde Roberto Dias
Pedro França/Agência Senado

Ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde Roberto Dias

A Polícia Federal abriu inquérito para investigar se o ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Dias, pediu propina em uma negociação paralela de venda de vacinas feita por um vendedor ligado à empresa Davati Medical Supply , o policial militar Luiz Paulo Dominguetti.

O inquérito irá tramitar em Brasília, no Serviço de Inquéritos (Sinq). Também tramitam no Sinq o inquérito sobre possíveis irregularidades na compra da Covaxin e sobre suspeita de prevaricação do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) no caso Covaxin.

O suposto pedido de propina de Roberto Dias foi relatado por Dominguetti em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo e à CPI da Covid . A empresa Davati Medical Supply se apresentava como intermediadora da venda da vacina AstraZeneca e fez uma oferta de 400 milhões de doses da vacina ao ministério. A AstraZeneca, entretanto, nega que sua vacina seja vendida por meio de empresas intermediárias.

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Em seu relato, Dominguetti afirmou que Dias pediu propina de US$ 1 por dose em um encontro em um restaurante em Brasília .

O ex-diretor de Logística, porém, nega a acusação. Ele afirma que Dominguetti foi levado ao restaurante por um amigo em comum, o coronel Marcelo Blanco, que havia trabalhado no ministério, mas diz que nunca houve conversa sobre propina.

“É importante frisar que, ao contrário do que é alegado pelo Dominguetti, o tema propina, pedido de dinheiro, facilitação… nunca foi tratado à mesa ou em qualquer outro ambiente em que eu estive presente”, afirmou em uma nota divulgada na época das acusações.

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