POLÍTICA NACIONAL

Frente Parlamentar Mista Ética Contra a Corrupção

Publicados

em


.

Deputados da Frente Parlamentar Mista Ética Contra a Corrupção apresentam, nesta quarta-feira (10), ações e projetos de lei para aprimorar o combate à corrupção.

Os PLs são oriundos do movimento Novas Medidas Contra a Corrupção, que
congregou mais de 300 instituições relacionadas ao tema, como a
Transparência Internacional Brasil.

Entre os projetos de lei, nove são assinados pela presidente da Frente
Ética Contra a Corrupção, deputada Adriana Ventura (Novo/SP), pelo
líder do partido na Câmara, deputado Paulo Ganime (RJ), e
pelos deputados que compõem a bancada na Câmara, Alexis Fonteyne
(SP), Gilson Marques (SC), Lucas Gonzalez (MG),
Marcel van Hattem (RS), Tiago Mitraud (MG) e Vinícius
Poit (SP). As propostas têm o objetivo de ampliar o conceito de
agente público, ampliar o rol de entidades sujeitas ao controle de
lavagem de dinheiro, alterar regras de prescrição da ação de
improbidade administrativa, responsabilizar Pessoas Jurídicas por
corrupção privada, entre outros.

Também serão apresentados projetos de lei do deputado Rodrigo
Agostinho (PSB/SP) que visam melhorar a Lei de Improbidade Administrativa para dar mais celeridade ao processamento de ações administrativas.

Leia Também:  Eleições 2020: termina hoje prazo para pedir registro de candidatura

Haverá, ainda, apresentação de outros PLs, como, por exemplo, para fortalecimento do controle interno; gestão de informações para detecção de corrupção de funcionários públicos; responsabilidade das empresas por corrupção privada; aperfeiçoamento da cooperação jurídica internacional; pedidos de explicação de riqueza incompatível; melhorias nos acordos de leniência e continuidade de investigações para quem tem foro privilegiado.

O evento contará com a participação dos deputados Adriana Ventura,
Paulo Ganime e Rodrigo Agostinho, além do advogado especialista em compliance Daniel Lança, e do procurador do MP junto ao Tribunal de Contas da União Júlio Marcelo de Oliveira.

O evento está marcado para as 9 horas e será transmitido pelo canal da Câmara dos Deputados no YouTube.

Da Redação – AC

Propaganda

POLÍTICA NACIONAL

FHC evita comparar Lula e Bolsonaro e diz estar disposto à união pela democracia

Publicados

em


source
FHC
Divulgação

Em entrevista, FHC comentou a conjuntura política brasileira.

Durante sua participação na edição do Roda Viva desta segunda-feira (28), o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (FHC) evitou comparar o ex-presidente Lula (PT) com Jair Bolsonaro (sem partido). Além disso, o ex-mandatário disse estar disposto à união pela democracia.

Lula e Bolsonaro 

Ao ser perguntado sobre comparações as comparações entre Lula e Bolsonaro, FHC disse que não compara os dois líderes, citando que eles têm “temperamentos” diferentes e que ambos os políticos simbolizam coisas diferentes. 

“O Lula simboliza a inclusão de grupos e de trabalhadores que não estavam na vida social integradas e na vida política”, disse FHC, que continuou:” O Bolsonaro não precisou trazer ninguém. Ele me parece que pertence mais ao grupo que tem mais restrições do que o Lula. O Lula é mais maleável. Mas eu não to comparando um ao outro”, afirmou o ex-presidente.

Leia Também:  Bolsonaro aciona PF contra Boulos após receber críticas nas redes sociais

União pela democracia

Logo depois, o presidente de honra do PSDB disse que, se for para fortalecer a democracia, ele não tem restrições em se aliar a outros políticos, partidos ou movimentos.

“Eu não to aqui fazendo previsão de que vamos precisar de uma frente única, ampla democrática. Tomara que não. Mas, se for, contem comigo. Não tenho nenhum problema em me juntar com quem quer que seja com um propósito que seja um propósito institucional para melhorar o Brasil, e não um propósito pessoal”, disse FHC.

Autocrítica do PSDB

O ex-presidente disse ainda que, na sua visão, o PSDB deveria passar por um período de reflexão e autocrítica. “Não dá mais para o PSDB fechar os olhos. Não vou personalizar, algumas são injustas outras são justas. Você não pode tapar o sol com a peneira”, argumentou o ex-presidente, que continuou: “No fundo, eu acho que de tempos em tempos, convém um balanço do que eles (partidos) fizeram”. 

FHC também explicou que, na sua visão, os partidos políticos brasileiros têm seus pilares e forças em suas lideranças. “Os partidos nascem e morrem. Eu espero que o PSDB não morra. Quando que eles não morrem, no caso brasileiro? Quando eles tem liderança. Enquanto houver vozes capazes de falar pelos partidos, eles seguem”, concluiu. 

Leia Também:  Arthur do Val diz que desafeto é criminoso para tirá-lo do Pânico: "Eu inventei"

O programa

O ex-presidente foi o convidado da edição especial de 34 anos do programa. Participaram do programa os ex-apresentadores Heródoto Barbeiro, Rodolpho Gamberini, Matinas Suzuki, Daniela Lima e Paulo Markun, que participou remotamente de Portugal.

Além de ter sido presidente do Brasil entre 1995 e 2002, FHC é sociólogo e cientista política e foi ministro da Fazenda e das Relações Exteriores do governo de Itamar Franco.

Continue lendo

MOMENTO POLICIAL

MOMENTO DESTAQUE

MOMENTO MULHER

MOMENTO PET

MAIS LIDAS DA SEMANA