POLÍTICA NACIONAL

Girão pede mobilização da sociedade em favor da Lava-Jato

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Em pronunciamento nesta quarta-feira (9), o senador Eduardo Girão (Podemos-CE) pediu que a sociedade civil se mobilize pelas redes sociais para impedir o desmonte da Operação Lava Jato. Em funcionamento há seis anos, a força-tarefa conseguiu recuperar bilhões de reais desviados e colocar na cadeia empresários e autoridades públicas, afirmou o senador.

Segundo ele, desde o ano passado, a operação vem sofrendo derrotas em ações promovidas por integrantes do Judiciário, do Congresso Nacional e da Procuradoria-Geral da República. Girão citou como consequência dessa reação à Lava Jato a saída de Deltan Dallagnol da força-tarefa e o pedido de demissão coletiva feito por sete procuradores ligados à operação no estado de São Paulo.

— A gente se preocupa com isso, porque a limpeza ainda não acabou. A gente sabe que tem muito mais gente para prestar contas à Justiça. Mesmo sem você sair às ruas, é importante você bradar para todos os lados, nas redes sociais — defendeu.

Eduardo Girão também criticou o Supremo Tribunal Federal (STF), pelas constantes mudanças de entendimento da Corte em relação a temas como prisão após decisão em segunda instância. Segundo o senador, isso acontece “de acordo com o viés político do momento”.

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Ele também lamentou a postura dos integrantes da Segunda Turma do STF. Composto por cinco ministros, mas desfalcado de um de seus integrantes, o colegiado, em caso de empate nas votações, tem favorecido os réus.

Isso, segundo o ministro Edson Fachin, só pode acontecer em julgamentos de pedidos de habeas corpus, disse Eduardo Girão. O correto nessa situação, disse o senador, seria aguardar a recomposição integral da Segunda Turma, de modo a evitar o empate nos julgamentos e o favorecimento dos réus.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão mista da Covid-19 ouve secretário especial da Fazenda

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Luis Macedo / Câmara dos Deputados
Entrevista coletiva no Ministério da Economia. Ministro da Economia, Paulo Guedes
No início do mês, Paulo Guedes anunciou mais quatro parcelas do auxílio emergencial

A comissão mista que analisa os impactos econômicos do novo coronavírus promove nesta manhã reunião mensal de acompanhamento das ações fiscais e da execução orçamentária e financeira  com o Ministério da Economia. O convidado é o secretário especial da Fazenda, Waldery Rodrigues Júnior.

A audiência cumpre a determinação, estabelecida no plano de trabalho da comissão, de que um representante do Ministério da Economia compareça mensalmente para prestar esclarecimentos e avaliar a situação fiscal e a execução orçamentária e financeira das medidas praticadas pelo governo relacionadas à pandemia de Covid-19.

A cada dois meses é a vez do Ministro da Economia, Paulo Guedes, comparecer à comissão. Na última reunião, no início de setembro, Guedes anunciou a reforma administrativa e mais quatro parcelas do auxílio emergencial. Ele também teve de explicar a parlamentares a política de reajuste do salário mínimo.

O debate de hoje ocorre a partir das 10 horas com transmissão interativa.

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Da Redação – GM

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