POLÍTICA NACIONAL

Grupo reúne-se nesta tarde para avaliar impacto econômico da pandemia entre as mulheres

Publicados

em


.
Bruno Cecim/Agência Pará
Sentada à mesa, mãe ajuda a filha a fazer as tarefas on-line da escola
Com aulas suspensas, aumentou a sobrecarga de trabalho doméstico para as mulheres

A Secretaria da Mulher da Câmara dos Deputados reúne-se nesta tarde com Grupo de Trabalho sobre Mulher e Economia.

Coordenado pela deputada Alice Portugal (PCdoB-BA), o colegiado busca promover estudos, análises de projetos de lei em tramitação e debates para a superação dos impactos econômicos da pandemia na vida das mulheres brasileiras e da desigualdade de gênero no mercado de trabalho.

O debate poderá ser acompanhado ao vivo pelo portal e-Democracia.

Além da deputada, participam do debate a analista de planejamento e orçamento Elaine de Melo Xavier, a consultora legislativa da Câmara dos Deputados Julia Rodrigues, a doutora em economia pela Universidade La Sapienza (Roma) Margarita Oliveira; e a técnica de Pesquisa e Planejamento do IPEA Luana Pinheiro.

Livro
Durante o evento, haverá o lançamento do livro “Gênero e raça no orçamento público brasileiro”, publicado pela Associação Nacional dos Servidores de Planejamento e Orçamento (Assecor).

Impacto maior
No mês passado, especialistas ouvidos pela Secretaria da Mulher afirmaram que os problemas econômicos decorrentes da pandemia do novo coronavírus estão atingindo mais diretamente a população feminina.

Leia Também:  Rodrigo Maia afirma que PEC da Guerra não será prorrogada

Segundo eles, o impacto é mais significativo porque as mulheres são maioria em um setor fortemente afetado, o de serviços, além de representarem 80% dos trabalhadores informais do país.

A secretaria
Criada por resolução em 2013, a Secretaria da Mulher uniu a Procuradoria da Mulher, implementada em 2009, e a Coordenadoria dos Direitos da Mulher, que representa a bancada feminina.

A medida trouxe mecanismos importantes para a representação feminina no Parlamento, como a presença da coordenadora dos Direitos da Mulher – cargo ocupado atualmente pela deputada Professora Dorinha – nas reuniões do Colégio de Líderes, com direito a voz, voto e a fazer uso do horário de liderança nas sessões plenárias.

Transmissão
O evento será transmitido, a partir das 15 horas, ao vivo, pelo canal da Câmara dos Deputados no YouTube.

Da Redação – ND

Propaganda

POLÍTICA NACIONAL

“Quer que eu baixe na canetada?”, diz Bolsonaro sobre diminuir preço do arroz

Publicados

em


source
Presidente Jair Bolsonaro
Agência Brasil

Presidente Jair Bolsonaro manifestou irritação sobre possibilidade de tabelar preço

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ficou irritado com um apoiador que pediu a ele que diminuísse o preço do arroz durante uma agenda em Cruzeiro, no Distrito Federal, neste domingo (25).

“Bolsonaro, baixa o preço do arroz, por favor. Não aguento mais”, disse o homem que abordou o presidente enquanto ele se prepararava para subir em sua moto.

“Tu quer que eu baixe na canetada? Você quer que eu tabele? Se você quer que eu tabele, eu tabelo. Mas você vai comprar lá na Venezuela”, respondeu Bolsonaro.

O homem saiu sem dizer nada. “Fala, e vai embora”, comentou o presidente diante dos demais apoiadores, seguranças e jornalistas que estavam no local.

Leia Também:  Partidos apelam ao TCU e ao STF para garantir vacinação sem critérios políticos

Durante a manhã de hoje, o presidente passeou de moto pelo DF com os ministros da Secretaria de Governo, general Luiz Eduardo Ramos, e da Casa Civil, general Walter Braga Neto.

No interior do mercado, Bolsonaro foi ovacionado por apoiadores e ouviu palavras em sua defesa. Na saída do local, porém, foi recepcionado com gritos de “fora Bolsonaro”.

Pressionada pela alta de preços dos alimentos e das passagens aéreas, a prévia da inflação oficial brasileira registrou em outubro sua maior alta desde 1995. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo 15) acelerou para 0,94% no mês, após alta de 0,45% em setembro.

No ano, a inflação acumulada é de 2,31%. No acumulado de 12 meses até outubro, o índice também acelerou para alta de 3,52%, vindo de 2,65% em setembro.

O grupo de alimentação e bebidas subiu 2,24% na prévia da inflação de outubro, alta puxada pelos alimentos consumidos em domicílio (2,95%). Entre os alimentos, os principais destaques foram óleo de soja (22,34%), arroz (18,48%), tomate (14,25%), leite longa vida (4,26%) e carnes (4,83%).

Leia Também:  Filhos de Bolsonaro e núcleo ideológico pressionam pela saída de Eduardo Ramos

Continue lendo

MOMENTO POLICIAL

MOMENTO DESTAQUE

MOMENTO MULHER

MOMENTO PET

MAIS LIDAS DA SEMANA