POLÍTICA NACIONAL

Joice escolhe empresário como vice, mesmo sob pressão de bolsonaristas no PSL

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Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

Deputada Joice Hasselmann


A deputada federal e candidata à Prefeitura de São Paulo pelo PSL, Joice Hasselmann escolheu o vice em sua chapa, o empresário Ivan Leão Sayeg, herdeiro da Casa Leão Joalheria. Hasselman estava sob pressão da ala bolsonarista para indicar o deputado Luiz Phillipe de Orleans e Bragança (PSL-SP), que integra o grupo do partido que é aliado ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido).


A escolha de Luiz era vista por bolsonarista como um gesto de reaproximação do PSL com Bolsonaro. 

“Ivan é um paulistano da gema , conhece cada canto dessa cidade, tem o sonho de consertar cada ruela abandonada. Ele entende de cidade e entende de São Paulo que é um país. Tem energia, é lavajatista como eu, luta contra corrupção, e vai complementar a chapa como ninguém”, disse Joice.

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Outro nome cotado para ser vice era o do economista Marcos Cintra, ex-secretário da Receita Federal do governo Bolsonaro . O economista chegou a ser chamado de posto ipiranga pela candidata, em referência a como Bolsonaro chama Paulo Guedess. No entanto, Cintra será candidato a vereador e irá coordenar o programa de governo.

O vice escolhido por Joice, Sayeg, também é filiado ao PSL e integrava a lista de candidatos a vereador. A nomeação de Sayeg é uma tentativa de Joice mostrar ao eleitor que não é recém-chegada na cidade. Joice se mudou para São Paulo em 2014.

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POLÍTICA NACIONAL

Projeto aumenta para até 6 anos de prisão pena aplicada a quem provocar incêndio em floresta

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Luis Macedo/Câmara dos Deputados
Deputado Gervásio Maia discursa no Plenário da Câmara
Gervásio Maia lembra os incêndios que acometem o Pantanal para justificar a proposta de aumento de penas

O Projeto de Lei 4542/20 altera a Lei de Crimes Ambientais para punir com reclusão de 2 a 6 anos e multa quem provocar incêndio em mata ou floresta. Atualmente, a pena prevista é de reclusão de 2 a 4 anos e multa. O texto está sendo analisado pela Câmara dos Deputados.

A proposta prevê ainda agravantes que podem elevar a pena em até 50%, como nos casos em que a infração resultar em lesão corporal grave; em dano irreversível à fauna, à flora ou ao meio ambiente; ou quando for praticada à noite, em domingos ou em feriados.

“O número de focos de incêndio registrado no Pantanal entre janeiro e agosto deste ano equivale a tudo o que queimou no bioma nos seis anos anteriores, de 2014 a 2019”, afirmou o autor do projeto, deputado Gervásio Maia (PSB-PB), citando um levantamento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

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“Os dados revelam que, entre janeiro e agosto, foram registrados pelos satélites do Inpe um total de 10.153 focos de incêndio no Pantanal, bioma que soma 150 mil quilômetros quadrados, localizados nos Estados do Mato Grosso (35%) e Mato Grosso do Sul (65%)”, reforçou.

Maia também criticou indícios de comportamentos omissos por parte de autoridades administrativas, principalmente federais, no âmbito do Ministério do Meio Ambiente.

Segundo o texto, autoridades administrativas federais, distrital, estaduais e municipais que deixarem de tomar medidas necessárias e urgentes no combate ao incêndio, como o uso preventivo do Manejo Integrado do Fogo (MIF), poderão ser punidas com as mesmas penas.

Nos crimes cometidos sem intenção (doloso), a pena passará a ser de detenção de 1 a 2 anos e multa, o dobro da atual, que é de detenção de seis meses a um ano, e multa.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Murilo Souza 

Edição – Natalia Doederlein

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