POLÍTICA NACIONAL

Kassio nega irregularidades no currículo e nomeação ao STF deve ser mantida

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Samuel Figueira/TRF-1

Kassio Nunes foi indicado ao STF pelo presidente Jair Bolsonaro

O desembargador Kassio Nunes , indicado do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF), argumentou sobre as divergências de currículo que apontam que ele não tem pós-doutorado na Universidade de Messina e na Universidade de Salamanca.

A justificativa de Kassio aconteceu por meio de um documento de onze páginas que consta uma foto em frente a Universidade de Messina, na Itália.

“A emissão dos certificados somente acontece após o doutorado. Entre 2017 e 2018, o desembargador Kassio Nunes Marques cursou pós-doutorados na Universidade de Messina e na Universidade de Salamanca. O doutorado, por sua vez, foi iniciado em 2016 e concluído em 28/9/2020, na universidade de Salamanca”, disse a assessoria de imprensa ao UOL, contratada logo após a indicação de Bolsonaro.

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Em uma reportagem publicada pelo Estado de São Paulo, o currículo acadêmico do desembargador Kassio Nunes Marques teria um curso de pós-graduação não confirmado pela Universidad de La Coruña .

“Na Espanha, um curso após a graduação recebe a denominação de “PostGrado” e, o que não se confunde com a pós-graduação brasileira”, justificou a assessoria de Kassio .

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POLÍTICA NACIONAL

Projeto prevê exames psicossociais de crianças e adolescentes adotados

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Maryanna Oliveira/Câmara dos Deputados
Outubro Rosa. Dep. Rejane Dias(PT - PI)
Rejane Dias: o acompanhamento psicológico vai auxiliar o adotado e o adotante

O Projeto de Lei 5000/20 inclui, no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a previsão de exames periódicos psicossociais em crianças e adolescentes adotados.

Conforme o texto, os adotados deverão ser submetidos – a cada seis meses durante dois anos – a estudos com o objetivo de avaliar o efetivo atendimento de seus interesses. O prazo será contado a partir da sentença definitiva de adoção. Se aprovada, a medida valerá para crianças e para jovens de até 21 anos de idade.

A proposta foi apresentada pela deputada Rejane Dias (PT-PI) à Câmara dos Deputados.

“Depois que a criança ou o adolescente for morar com a nova família, é importante ter um acompanhamento psicológico, visando a analisar o adotado e o adotante por meio de métodos e técnicas para tornar o processo mais humano e proporcionar uma melhor comunicação entre todos os envolvidos”, defende a autora do projeto.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Pierre Triboli

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