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Lula, Palocci e Okamoto viram réus por lavagem de dinheiro da Odebrecht

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Ex-presidente Lula da Silva
Agência Brasil

Ex-presidente Lula da Silva

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci e o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, viraram réus pelo crime de lavagem de dinheiro da empreiteira Odebrecht em um processo da Operação Lava Jato.

Dois ex-executivos da construtora também tiveram a denúncia aceita pelo juiz federal Luiz Antônio Bonat, da 13ª Vara da Justiça Federal de Curitiba, no fim da tarde desta sexta-feira (23). Eles se tornaram réus pelo mesmo crime.

A denúncia da força-tarefa foi apresentada em 14 de setembro deste ano. Os ex-executivos Hilberto Mascarenhas Alves da Silva Filho e Alexandrino de Salles Ramos de Alencar foram denunciados depois. As penas previstas nos acordos de colaboração não atingiram o limite.

Conforme o Ministério Público Federal (MPF), a lavagem de dinheiro envolveu doações da Odebrecht ao Instituto Lula para disfarçar repasses no total de R$ 4 milhões, entre dezembro de 2013 e março de 2014.

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POLÍTICA NACIONAL

STF determina destino de casos de Lula e julga suspeição de Moro; acompanhe

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Ex-juiz Sergio Moro determinou as penas que seriam cumpridas por Lula em 1ª instância
Marcos Oliveira/Agência Senado

Ex-juiz Sergio Moro determinou as penas que seriam cumpridas por Lula em 1ª instância

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) determina nesta quinta-feira (22) qual será o destino das ações do ex-presidente Lula no âmbito da Operação Lava Jato e julga se o ex-juiz Sergio Moro foi parcial ao conduzir os casos do petista. Na semana passada, a Corte entendeu que a 13ª Vara Federal de Curitiba é incompetente para julgar os casos do triplex do Guarujá, do sítio de Atibaia, da sede e das doações ao Instituto Lula.

Acompanhe ao vivo:

O primeiro tema da análise vai ser o agravo regimental remanescente apresentado pela defesa de Lula da Silva, relacionado à decisão monocrática do ministro Edson Fachin, que declarou a incompetência da 13ª Vara Federal de Curitiba e a perda de objeto dos processos conexos.

Os advogados do petista dizem que a Segunda Turma já decidiu o caso e que não se admite a alteração do órgão julgador para o plenário após iniciado o julgamento, sob pena de ofensa ao princípio do juízo natural.

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No entendimento de Fachin, as denúncias formuladas pelo Ministério Público Federal contra Lula não tinham correlação com os desvios de recursos da Petrobras e, portanto, com a Operação Lava Jato. Assim, interpretou que deveriam ser julgadas pela Justiça Federal do Distrito Federal.

Na sessão da última quinta-feira (15), porém, o ministro Alexandre de Moraes disse que os casos deveriam ser remetidos a São Paulo, dado que eles teriam ocorrido no estado.

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