As manchas negras que têm aparecido em praias do Nordeste desde o início de setembro já atingiram 99 locais em 46 municípios de 8 estados, de acordo com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama). A maior parte (41%) está no Rio Grande do Norte.
Uma investigação do órgão aponta que o óleo que está poluindo as praias têm a mesma origem, mas ainda não é possível afirmar de onde ele viria. Segundo a Petrobras, trata-se de óleo cru, que não é produzido no Brasil.
"Um dos pontos que chamam mais a atenção neste caso é a fragilidade do sistema de fiscalização e monitoramento da costa, que está enfraquecido. Isso traz graves consequências e um dos reflexos são as manchas de óleo, que ninguém sabe de onde vem. Se tivéssemos fiscalização marinha, isso não aconteceria", afirma Anna Carolina Lobo, gerente dos programas Marinho e Mata Atlântica do WWF-Brasil.
Nas redes sociais é possível ver moradores compartilhando vídeos e fotos dos bichos cobertos por óleo negro. A recomendação do Ibama é que, nestes casos, a população acione os órgãos ambientais competentes para que os animais sejam avaliados antes de devolvidos ao mar.
Até o momento, não há sinais de que peixes e crustáceos estejam contaminados, de acordo com o Ibama, mas o instituto recomenda que banhistas e pescadores não tenham contato com o óleo.
Uma investigação do órgão aponta que o óleo que está poluindo as praias têm a mesma origem, mas ainda não é possível afirmar de onde ele viria. Segundo a Petrobras, trata-se de óleo cru, que não é produzido no Brasil.
"Um dos pontos que chamam mais a atenção neste caso é a fragilidade do sistema de fiscalização e monitoramento da costa, que está enfraquecido. Isso traz graves consequências e um dos reflexos são as manchas de óleo, que ninguém sabe de onde vem. Se tivéssemos fiscalização marinha, isso não aconteceria", afirma Anna Carolina Lobo, gerente dos programas Marinho e Mata Atlântica do WWF-Brasil.
Nas redes sociais é possível ver moradores compartilhando vídeos e fotos dos bichos cobertos por óleo negro. A recomendação do Ibama é que, nestes casos, a população acione os órgãos ambientais competentes para que os animais sejam avaliados antes de devolvidos ao mar.
Até o momento, não há sinais de que peixes e crustáceos estejam contaminados, de acordo com o Ibama, mas o instituto recomenda que banhistas e pescadores não tenham contato com o óleo.































