POLÍTICA NACIONAL

Observatório Nacional da Mulher na Política completa um ano de atuação

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Divulgação/Secretaria da Mulher

O Observatório Nacional da Mulher na Política, iniciativa criada pela Secretaria da Mulher e pela Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados, completou um ano de atividades. Para marcar o primeiro ano de existência, o conselho consultivo do órgão se reúne no dia 13 de julho para prestação de contas e debate sobre os planos de ação para o próximo ano.

O objetivo do órgão, criado em 2021, é investigar, produzir, agregar e disseminar conhecimento acerca da atuação política de mulheres no Brasil e sobre o processo de construção e fortalecimento do protagonismo político feminino. O observatório reúne parlamentares, especialistas e pesquisadores de instituições de pesquisa do Brasil e do exterior e é coordenado por deputadas federais, com núcleos estaduais instalados nas assembleias legislativas e na Câmara Legislativa do Distrito Federal.

Atualmente, o Observatório está em fase de conclusão dos primeiros painéis de dados sobre eleições e atuação feminina na política, que serão disponibilizados ao público em seu portal. A publicação desses dados em formato digital está prevista para o segundo semestre deste ano.

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Conselho consultivo
As agendas de pesquisa são definidas por um conselho consultivo, integrado por deputadas federais e estaduais, pesquisadoras e representantes de organizações parceiras. As pesquisas são conduzidas a partir de três eixos:
– violência política contra a mulher;
– atuação parlamentar e representatividade feminina; e
– atuação partidária e processos eleitorais.

Da Redação – AC
Com informações da assessoria de comunicação da Secretaria da Mulher

Fonte: Câmara dos Deputados Federais

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POLÍTICA NACIONAL

Mídia internacional noticia atos pela democracia no Brasil

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Faixas penduradas no prédio da Faculdade de Direito da USP em São Paulo. Ato em defesa da Democracia aconteceu em diversas capitais do país
Reprodução/Twitter (@jhcordeiro)

Faixas penduradas no prédio da Faculdade de Direito da USP em São Paulo. Ato em defesa da Democracia aconteceu em diversas capitais do país

Os  atos pela democracia realizados nesta quinta-feira em várias cidades brasileiras repercutiram na imprensa internacional. Os eventos em defesa do Estado Democrático de Direito foram noticiados pela mídia da América Latina, dos Estados Unidos e da Europa.

A rede de televisão americana “ABC” destacou que milhares de brasileiros se mobilizaram para defender as instituições democráticas do país.

“Embora os manifestos atuais não nomeiem especificamente Bolsonaro, eles ressaltam a preocupação generalizada do país de que o líder de extrema-direita possa seguir os passos do ex-presidente dos EUA Donald Trump e rejeitar resultados eleitorais que não sejam a seu favor em uma tentativa de se apegar ao poder”, afirma a reportagem da ABC.

O britânico “The Guardian” sublinhou que a “Carta às Brasileiras e aos Brasileiros em Defesa do Estado Democrático de Direito”, idealizada por ex-alunos e a direção da Faculdade de Direito da USP, contou com apoio de “grandes figuras dos negócios, política, ciência e artes”.

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“A carta vem depois que  Bolsonaro intensificou seus ataques ao sistema eleitoral do Brasil e convocou apoiadores radicais para ir às ruas ‘pela última vez’ antes da votação de 2 de outubro”, afirma a publicação londrina.

Para o francês “Le Figaro”, as manifestações foram um “severo aviso” ao presidente Jair Bolsonaro (PL). “Pela primeira vez, a sociedade civil e os empresários se posicionaram em defesa da democracia brasileira em ‘momento de imenso perigo’ para as instituições do maior país da América Latina”, diz o jornal.

O “El País”, da Espanha, lembrou que o Brasil, nos últimos anos, acostumou-se a “comunicados oficiais, notas de repúdio, manifestos e todo tipo de escritos para expressar desconforto com os ataques do presidente Jair Bolsonaro contra as instituições democráticas”. Mas nenhum deles teve o impacto da carta lida nesta quinta-feira na USP.

“Nos últimos dias, porém, um texto se tornou ‘a mãe de todas as letras’ e promete ser a tentativa mais sólida e unificada de conter a retórica golpista do presidente, que continua questionando a confiabilidade do sistema eleitoral há menos de dois meses para as eleições”, diz o El País.

O jornal “La Nacion”, da Argentina, informou que empresários, sindicatos, juristas, artistas e membros da sociedade civil brasileira “ergueram a voz” contra os ataques de Bolsonaro às instituições. “Foi a reação mais enfática e multissetorial da sociedade civil contra os constantes ataques de Bolsonaro às urnas eletrônicas”, diz o texto.

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Fonte: IG Política

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