POLÍTICA NACIONAL

Oriovisto destaca papel do Senado como Casa revisora e critica matéria vinda da Câmara

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Em pronunciamento nesta quinta-feira (16), o senador Oriovisto Guimarães (Podemos-RS) destacou o papel do Senado como Casa revisora e criticou diversos projetos que vieram da Câmara dos Deputados que, segundo ele, “não fazem nenhum sentido e que continuam abusando da paciência desta Casa revisora que é o Senado Federal”. Ele mencionou especificamente a reforma do Imposto de Renda (PL 2.337/2021). Para o senador, o projeto tinha “alguma coerência” quando foi enviado pelo governo federal, sendo convertido pelos deputados em um “Frankenstein”.

Para o parlamentar, que afirmou ter se aprofundado no assunto do PL, a proposta gera prejuízo para todos os estados da federação, para todos os municípios e inclusive para o governo federal, que perderá até R$ 50 bilhões no ano que vem. Oriovisto acrescentou que, “se o Paulo Guedes [ministro da Economia] estiver um pouco preocupado com as finanças de um país que está quase quebrado, ele vai pedir por favor ao Senado que não aprove o que veio da Câmara, porque é um desastre!”.

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— Os absurdos não param aí. Olha o que está vindo: a volta das coligações. Não vai ser aprovada pelo Senado — graças a Deus —, mas agora vem um código eleitoral, uma coisa com novecentos e poucos artigos que querem que analisemos em uma semana — contestou.

De acordo com Oriovisto, paira sobre a Nação “uma nuvem obscura de pouca inteligência, de improvisação, de políticos que querem usar uma linguagem chula no intuito de se comunicar melhor com a massa”. O senador concluiu reforçando que a Casa tem 81 senadores que devem suar sua experiência para “dar um pouco de luz para este país”.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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POLÍTICA NACIONAL

Enquanto aguarda Alckmin, Lula conversa com PSD e estuda aliança com Pacheco

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Ex-presidente Lula em entrevista ao podcast Podpah
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Ex-presidente Lula em entrevista ao podcast Podpah

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reuniu com o Adalclever Lopes, coordenador da campanha do prefeito de BH, Alexandre Kalil, na sexta-feira (4). O encontro faz parte dos diálogos que o petista mantém com o partido de Kassab em busca de apoio à sua candidatura . Uma das possibilidades da aliança é que Lula apoie Kalil enquanto o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), entraria como vice da chapa presidencial.

Por enquanto, a única garantia do petista é o apoio do PSD em um eventual segundo turno contra Bolsonaro (PL).

Pacheco seria o plano B de Lula. O petista aguarda a decisão de Alckmin, o favorito para compor a chapa presidencial . O ainda tucano, no entanto, ainda não se decidiu se vai para o PSB para ser vice de Lula ou se disputa o governo de São Paulo pelo PSD.

Parte da cúpula do PT acredita que uma aliança com Pacheco produziria o mesmo efeito que Alckmin como vice, isto é, representaria um aceno ao centro e ao mercado.

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