POLÍTICA NACIONAL

Pastor é escolhido por Bolsonaro para ser suplente de Marcos Pontes

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Bolsonaro participa de evento da Assembleia de Deus em São Paulo
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Bolsonaro participa de evento da Assembleia de Deus em São Paulo

Em reunião com líderes evangélicos, o presidente Jair Bolsonaro (PL) selou um acordo nesta quinta-feira para que o vice na vaga ao Senado do ex-astronauta Marcos Pontes (PL-SP) seja o vereador de Campinas professor Alberto, que é pastor e ligado à Assembleia de Deus .

A indicação de Pontes para a disputa ao Senado por Bolsonaro gerou mal estar com a bancada evangélica, que, segundo aliados, reivindicava o posto.

Pontes disse que foi apresentado ao suplente há apenas duas semanas, mas enalteceu sua entrada na chapa por agregar apoio do segmento evangélico. O vereador está em seu quarto mandato. Ele também já atuou como parlamentar pela Câmara de Jundiaí.

“Eu não interferi na escolha. Logicamente que fui consultado e aceitei de primeira. O professor Alberto é preparado. É um bom nome e traz o apoio de uma das grandes igrejas, que é a assembleia de Deus”, disse Pontes.

Para a deputada federal Carla Zambelli (PL) , a entrada de Pontes foi uma forma do presidente contemplar a bancada evangélica. Ela também disse que os pastores demonstraram preocupação a Bolsonaro com uma eventual volta do ex-presidente Lula à presidência e o “risco de que houvesse retrocessos nas pautas de costumes”.

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Durante sua gestão, Bolsonaro fez uma série de gestos aos evangélicos como a nomeação de pastores para cargos do alto escalão de sua gestão. Não por acaso, o presidente tem apoio da maioria das lideranças da bancada evangélica

De acordo com o instituto Datafolha, Bolsonaro ampliou sua vantagem de cinco para 10 pontos sobre Lula entre os evangélicos. O presidente oscilou positivamente de 40% para 43% das intenções de voto, enquanto o petista flutuou negativamente de 35% para 33%.

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Fonte: IG Política

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POLÍTICA NACIONAL

Bolsonaro promete manter zerados impostos federais de combustíveis

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Candidato à reeleição pelo PL, o presidente Jair Bolsonaro prometeu manter no próximo ano a isenção de impostos federais sobre a gasolina, o álcool, o diesel e o gás de cozinha.

Em encontro com prefeitos, no início da noite de hoje (17), em Brasília, Bolsonaro afirmou ter conversado sobre o assunto com o ministro da Economia, Paulo Guedes.

“Hoje tive mais uma conversa com parte da equipe econômica do [ministro da Economia] Paulo Guedes sobre o PLOA [Projeto de Lei Orçamentária Anual], o nosso orçamento para o ano que vem. Garantimos continuar no ano que vem com zero imposto federal na gasolina, no diesel, no álcool e no gás de cozinha”, disse Bolsonaro durante o encontro.

Um projeto de lei complementar, aprovado no Congresso em junho zerou, até 31 de dezembro de 2022, as alíquotas de Cide-Combustíveis e a tributação de Programa de Integração Social (PIS) e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) incidentes sobre a gasolina. O diesel e o gás de cozinha já têm esses tributos zerados. Segundo a promessa do presidente, essas alíquotas continuariam zeradas em 2023.

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Servidores e Auxílio Brasil

Bolsonaro falou para uma plateia de prefeitos no auditório de um hotel de Brasília. Também estiveram presentes o senador Eduardo Gomes (PL-TO), atualmente licenciado do cargo, e a deputada federal Flávia Arruda (PL-DF), que foi ministra da Secretaria de Governo. Em seu discurso, o candidato à reeleição prometeu conceder reajuste aos servidores públicos em 2023, mas não definiu um percentual.

O candidato à reeleição também disse que vai avaliar com sua equipe econômica a possibilidade de manter o valor de R$ 600 do Auxílio Brasil. Atualmente, esse valor tem vigência garantida até 31 dezembro. Depois, volta aos R$ 400 originais. Bolsonaro disse que avaliará a possibilidade “dentro da responsabilidade” para evitar inflação.

“Conversei com o ministro Paulo Guedes, também dentro da responsabilidade, vamos nos socorrer do parlamento para a gente tornar definitivo esse valor de R$ 600 a partir de 2023. Tenho certeza que o parlamento vai se fazer presente. Repito, com responsabilidade. Se a gente fizer sem responsabilidade, o dólar vai lá para cima, a inflação também”. 

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Depois do evento, falando a jornalistas, Bolsonaro indicou que deve enviar, após as eleições, uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) ao Congresso para tornar o valor do Auxílio Brasil de R$ 600 definitivo.

O valor original Auxílio Brasil é R$ 400, mas o Congresso Nacional aprovou uma PEC, promulgada no dia 14 de julho, que aumenta o benefício em R$ 200 até o fim do ano, além de conceder um auxílio de R$ 1 mil para caminhoneiros, um benefício para taxistas, duplicar o valor do vale-gás e reforçar o programa Alimenta Brasil, entre outros benefícios. A criação dos benefícios foi possível com a criação de um estado de emergência até o fim do ano.

Amanhã (18) Bolsonaro visita o Parque Tecnológico em São José dos Campos (SP), onde terá uma serie de eventos. Ele visita o Cemaden (centro monitoramento desastres naturais órgão governo Federal), e participa de um evento sobre inovação, tecnologia e empreendedorismo no Brasil.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Política Nacional

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