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Políticos reagem à marca de 500 mil mortos por Covid-19; veja

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Brasil registra 500 mil mortes por Covid-19
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Brasil registra 500 mil mortes por Covid-19

O Brasil chegou hoje à marca de mais de meio milhão de mortos pela Covid-19 . Políticos reagiram ao número de vítimas da doença e cobraram responsabilidade do governo federal na condução da pandemia. 

O deputado federal Rodrigo Maia (sem partido), ex-presidente da Câmara dos Deputados , criticou o presidente Jair Bolsonaro. “O Brasil atinge a trágica marca de 500 mil mortes. Um número que poderia ser bem menor se o presidente Bolsonaro tivesse defendido a vacina e não o obscurantismo desde o início”, escreveu. 




O líder da Oposição na Câmara, deputado Alessandro Molon (PSB-RJ), disse que o governo “escolheu cloroquina e desinformação”. “Em vez de vacina, o governo escolheu cloroquina e desinformação. E assim o Brasil chega a 500 mil vidas perdidas para a covid-19. Fora, Bolsonaro!”, ressaltou, no Twitter.

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A líder do PSOL na Câmara, Talíria Petrone (PSOL-RJ), chamou o presidente de “genocida” e reivindicou vacina para a população. “Quantas vidas não poderiam ter sido salvas de não tivéssemos um genocida na presidência?”.

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Já o senador Renan Calheiros (MDB-AL), relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid e que vem demonstrando duras críticas ao governo na comissão, disse que Bolsonaro dividiu o país. “O presidente idealizou a sua mais ousada e infame rachadinha: dividir o país entre cloroquina e vacina. A rachadinha do negacionismo é aposta que gerou resultado: meio milhão de mortos. Até agora. #VacinaParaTodos #19JunhoPovoNasRuas”, escreveu. 


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POLÍTICA NACIONAL

Comissão debate Programa Casa Verde Amarela

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André Santos/Prefeitura de Uberaba-MG
Habitação - casas - moradia popular conjuntos habitacionais déficit habitacional (Uberaba-MG)
O crescimento da população brasileira vai gerar demanda por mais 30,7 milhões de novos domicílios até 2030, segundo estudo da  FGV

A Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados promove audiência pública na quarta-feira (22) sobre o Programa Casa Verde Amarela do governo federal, criado pela Lei 14118/21.

O debate ocorre no plenário 14, às 10 horas, com transmissão interativa pelo e-Democracia.

O pedido para realização da audiência foi apresentado pelos deputados José Ricardo (PT-AM) e Joseildo Ramos (PT-BA). Eles temem que o novo programa do governo não dê conta de enfrenta o déficit habitacional do País.

“O programa Casa Verde Amarela não prevê aporte significativo de recursos orçamentários para produção habitacional, nem subsídios como havia no Minha Casa Minha Vida Faixa 1, que atendia famílias com renda até R$ 1.800,00, em que as prestações não passavam de 10 % da renda pelo período de 10 anos. Esta faixa responde por mais de 70% do déficit habitacional brasileiro”, destacam os deputados.

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Eles criticam a abertura de novas linhas de financiamento, previstas no programa, com prestação mensal que pode chegar a 30% da renda por um período de 30 anos. “Além disso, as exigências para as famílias acessarem o financiamento (não possuir restrição cadastral, necessidade de parte do valor do imóvel como entrada, comprovação de renda estável) excluem a maior parte das famílias que demandam moradia. Isto confunde o que é Moradia de Interesse Social com Produção de Moradias para o Mercado Imobiliário”, acrescentaram.

Foram convidados para o debate, entre outros:

  • secretário Nacional de Habitação, Alfredo Eduardo dos Santos;
  • representante da União Nacional por Moradia Popular, Alberto Freire;
  • diretora de Relações Institucionais do Instituto Brasileiro de Direito Urbanístico (IBDU), Rosane de Almeida Tierno.

Da Redação – GM

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