POLÍTICA NACIONAL

Preso por corrupção, Baldy deve ajudar PP na base de Bolsonaro

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Valter Campanato/Agência Brasil

As investigações indicaram que o envolvimento de Baldy e do seu primo, com as práticas criminosas, começou com intermediação da liberação de pagamentos


O secreatário afastado de Transporte Metropolitanos de São Paulo, Alexandre Baldy, foi preso por corrupção e não deve voltar ao cargo . Uma reportagem do Congresso em Foco ouviu aliados de Baldy que dizem que ele deve voltar para Brasília e se dedicar de perto ao PP na base de Bolsonaro . Além de secretário, Baldy é ex-deputado federal e foi ministros das Cidades no governo Michel Temer. 


Baldy está licenciado do cargo de secretário desde o dia 6 de agosto após ter sido preso em uma investigação da Operação Lava Jato sobre desvios na área da saúde de Goiás. Baldy ficou apenas um dia preso pois o ministro Gilmar Mendes decidiu soltá-lo.

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Baldy não tem mandato político, mas têm aliados na Câmara, como o seu ex-assessor Adriano Baldy (PP-GO) e Rodrigo Maia (DEM-RJ). O secretário teria apoio para permanecer em Brasília realizando atividades no partido em vez de ocupar um cargo público nomeado. O foco de Baldy é fortalecer a sua atuação política para conquistar o maior número possível de prefeituras em Goiás. O secretário afastado tem comentado com assessores que pode não ser vantajoso voltar ao cargo.

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POLÍTICA NACIONAL

Aras quer investigar Joice Hasselmann por criar perfis falsos de bolsonaristas

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Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

Deputada e candidata à prefeita de São Paulo Joice Hasselmann


O procurador-geral da República, Augusto Aras , quer a abertura de um inquérito para investigar a deputada federal e candidata a prefeita de São Paulo, Joice Hasselmann (PSL), sobre  o uso de funcionários do seu gabinete na Câmara para criar perfis falsos para atacar bolsonaristas, núcleo do que ela fazia parte.


Aras quer que os assessores Marcelo Marinho de Farias e Jean Hernani Guimarães Vilela do gabinete de Joice sejam ouvidos. O procurador-geral encaminhou ofício, no final de agosto, ao ministro Luís Roberto Barro do Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo a investigação do caso.

“Os fatos noticiados são relativos ao exercício do cargo público, dado que, em tese, foram praticados pela Deputada Federal Joice Hasselmann e por servidores de seu Gabinete, sob seu comando, num contexto de disputa com adversários políticos. De outro lado, os fatos potencialmente criminosos foram cometidos no curso do mandato”, disse Aras no ofício.

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