POLÍTICA NACIONAL

Professor, doutor e “do bar” são os acréscimos mais usados em nomes de urna

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Mão apertando tecla de urna
Senado Federal/Divulgação

Nomes de urna são alternativas mais populares para os candidatos

Os acréscismos “professor”, “doutor” e “do bar” são os mais usados por candidatos em seus nomes de urna nas eleições municipais de 2020. Nomes de urna são usados pelos pleiteantes para se tornarem mais populares e apresentar identidades mais atrativas do que os seus nomes de batismo.

Neste ano, o acréscimo mais utilizado foi o títuo de professor ou professora por aqueles candidatos que dão aulas. De acordo com levantamento feito pelo G1, quase 18 mil candidatos usam o cargo em seus nomes de urna.

Esse comportamento também foi observado no caso dos profissionais da saúde, que incluíram em seus nomes de urna os títulos de doutor ou doutura. Ao todo, são mais de 6 mil doutores, 5 mil candidatos “da saúde” e 2,3 mil enfermeiros.

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Religiosos fizeram a mesma coisa e estão na lista das 10 categorias que usam títulos no nome de urna. As denominações mais usadas são as de “pastor” e “irmão”. No total os dois nomes foram usados mais de 8,7 mil vezes. Embora um pouco menores, as denominações militares também estão no ranking. O título de “sargento”, nesse caso, se sobressai com mais de 1,5 mil candidatos.

Nomes de batismo

No caso dos nomes de batismo, José e Maria são os dois mais comuns entre os candidatos nestas eleições. Considerando todos eles são quase 48 mil postulantes a cargos com esses nomes, o que representa 9% do total de candidatos registrados junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os dois nomes são os mais utilizados pela população. São pelo menos 5,7 milhões de Josés e 11,7 milhões de Marias no Brasil.

Já os sobrenomes mais comuns entre todos os candidatos são Silva, Santos, Oliveira, Souza e Pereira.

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POLÍTICA NACIONAL

Proposta insere em lei a possibilidade de parceria público-privada em presídios

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Najara Araújo
Deputado Pastor Gil discursa no Plenário da Câmara
Pastor Gil ressalta que esse tipo de contratação já vem sendo feita no Brasil desde 2013

O Projeto de Lei 4787/20 permite a contratação de parceria público-privada para oferta de assistência material, à saúde, jurídica, educacional, social e religiosa em estabelecimentos prisionais. Essas atividades atualmente cabem ao poder público.

O texto em tramitação na Câmara dos Deputados insere dispositivos na Lei de Execução Penal. A proposta autoriza ainda a realização de serviços administrativos, mas veda as parcerias nas atividades de segurança e naquelas essenciais à Justiça, entre outras.

“Esse tipo de contratação é feita desde 2013, mas julgo oportuno alterar a lei para deixar expressa a autorização”, disse o autor, deputado Pastor Gil (PL-MA). “A proposta busca reforçar a efetividade da garantia constitucional dos direitos do preso”, explicou.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Ralph Machado
Edição – Natalia Doederlein

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