POLÍTICA NACIONAL

Projeto prevê que plano cubra exame solicitado por fisioterapeuta

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O Projeto de Lei 4571/20 prevê a cobertura, pelos planos de saúde, de serviços de apoio diagnóstico, tratamentos e demais procedimentos ambulatoriais solicitados por fisioterapeutas. A proposta altera a Lei dos Planos de Saúde, que hoje prevê a cobertura apenas de serviços solicitados por médicos.

Luis Macedo/Câmara dos Deputados
Audiência Pública. Dep. Luiz Lima (PSL - RJ)
Luiz Lima: necessidade de um médico para solicitar exames atrapalha o fluxo e encarece o tratamento

O texto, do deputado Luiz Lima (PSL-RJ), tramita na Câmara dos Deputados. Ele argumenta que não apenas os médicos exercem um protagonismo no cuidado da saúde dos indivíduos, mas também outros profissionais, como enfermeiros e fisioterapeutas.

“Infelizmente, os profissionais de saúde não médicos não são devidamente valorizados na saúde suplementar. Quando os fisioterapeutas sentem a necessidade da realização de exames complementares para analisar o progresso do tratamento, é preciso que um médico solicite a sua realização. Essa regra atrapalha o fluxo do tratamento, tornando-o mais oneroso”, avalia Luiz Lima.

Ele lembra, por outro lado, que a lei dos planos garante o acesso a atendimento por profissionais e serviços de saúde, não apenas por médicos.

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Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Ana Chalub

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POLÍTICA NACIONAL

Projeto prevê exames psicossociais de crianças e adolescentes adotados

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Maryanna Oliveira/Câmara dos Deputados
Outubro Rosa. Dep. Rejane Dias(PT - PI)
Rejane Dias: o acompanhamento psicológico vai auxiliar o adotado e o adotante

O Projeto de Lei 5000/20 inclui, no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a previsão de exames periódicos psicossociais em crianças e adolescentes adotados.

Conforme o texto, os adotados deverão ser submetidos – a cada seis meses durante dois anos – a estudos com o objetivo de avaliar o efetivo atendimento de seus interesses. O prazo será contado a partir da sentença definitiva de adoção. Se aprovada, a medida valerá para crianças e para jovens de até 21 anos de idade.

A proposta foi apresentada pela deputada Rejane Dias (PT-PI) à Câmara dos Deputados.

“Depois que a criança ou o adolescente for morar com a nova família, é importante ter um acompanhamento psicológico, visando a analisar o adotado e o adotante por meio de métodos e técnicas para tornar o processo mais humano e proporcionar uma melhor comunicação entre todos os envolvidos”, defende a autora do projeto.

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Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Pierre Triboli

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