POLÍTICA NACIONAL

Projeto prevê reforço de mais R$ 2,3 bilhões neste ano para fundos do Nordeste e do Centro-Oeste

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Projeto contempla financiamentos do setor produtivo no Nordeste e no Centro-Oeste

O Poder Executivo encaminhou ao Congresso Nacional uma proposta que destina crédito suplementar superior a R$ 3,8 bilhões para o reforço de operações de crédito, dos pagamentos de encargos financeiros da União e das ações de 16 ministérios.

O texto (PLN 43/20) repassa cerca de R$ 2,3 bilhões, o equivalente a 60% do total, para complementação dos financiamentos de projetos do setor produtivo no âmbito dos fundos de desenvolvimento do Nordeste (FDNE) e do Centro-Oeste (FDCO).

Outros R$ 485 milhões (13%) devem quitar obrigações do Brasil com uma série de organismos internacionais. Parte desse montante inclui os repasses no País aos agentes financeiros que viabilizam o pagamento do seguro-desemprego e do abono salarial.

No caso do PLN 43/20, 50% dos recursos serão oriundos do superávit financeiro de anos anteriores. Outra parte será proveniente do cancelamento de dotações previstas anteriormente para esses 16 ministérios (40%) e do excesso de arrecadação (10%).

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O Executivo propôs ainda crédito suplementar de R$ 3,2 milhões para reforço das ações dos ministérios da Saúde; do Desenvolvimento Regional; e da Cidadania. Esse texto (PLN 39/20) remaneja a pedido emendas de seis deputados – as originais foram canceladas.

Tramitação
As propostas devem ser analisadas pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso Nacional, que ainda não foi instalada nesta sessão legislativa. Depois, seguirão para discussão e votação por deputados e senadores em sessão conjunta do Congresso.

Ato conjunto da Câmara dos Deputados e do Senado regulamentou a deliberação remota, pelo Congresso, de propostas orçamentárias enquanto durar a pandemia, em casos de urgência ou relacionados ao combate da Covid-19 e com apoio de líderes partidários.

Reportagem – Ralph Machado
Edição – Pierre Triboli

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão debate nesta quarta-feira imunidade de rebanho na pandemia de Covid-19

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Marc A. Hermann/MTA New York City Transit
Saúde - coronavírus - Funcionários distribuem máscaras em estação do metrô, em Nova Iorque
Sem uma vacina contra a Covid-19, estima-se que cerca de 70% da população precisaria se recuperar da infecção para a imunidade de rebanho acontecer naturalmente

A Comissão Externa de Enfrentamento à Covid-19 debate nesta quarta-feira (28) a imunidade de rebanho na pandemia de Covid-19.

A imunidade de rebanho é um conceito usado por infectologistas para definir que determinada parcela da população se torna imune a uma doença, ou seja, desenvolve anticorpos contra o agente causador da doença. As pessoas imunizadas acabam agindo como uma barreira, protegendo toda a população, mesmo aqueles que ainda não são imunes.

A imunidade de rebanho pode ocorrer de duas formas: por meio da vacina; ou
naturalmente, quando uma grande parte da população é infectada e se torna imune.

Foram convidados para discutir o assunto:

  • o diretor do Centro de Assistência Toxicológica do Hospital das Clínicas da USP, Anthony Wong;
  • a imunologista e oncologista diretora da Sociedade Brasileira de Cancerologia e da Associação Brasileira de Mulheres Médicas, Nise Yamaguchi;
  • o infectologista Paolo Zanotto;
  • médico na Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro Alexandre Chieppe;
  • secretária de gestão do trabalho e da educação na saúde do Ministério da Saúde, Mayra Isabel Correia Pinheira.
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A reunião ocorre a partir das 9h30 por videoconferência e com transmissão interativa.

Da Redação – GM

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