POLÍTICA NACIONAL

Projetos aprovados garantem efetividade na educação brasileira, diz Fávaro

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Em pronunciamento nesta terça-feira (1º), o senador Carlos Fávaro (PSD-MT) destacou algumas medidas importantes aprovadas pelo Congresso Nacional para garantir a “efetividade na educação brasileira” durante o estado de calamidade pública provocado pela pandemia da covid-19.

O parlamentar enfatizou que uma dessas iniciativas foi a Medida Provisória (MPV) 934/2020, que flexibilizou o calendário escolar de 2020 (Lei 14.040, de 2020). Segundo ele, o objetivo foi — e ainda é — evitar que os estudantes percam o ano letivo por conta da pandemia.

— Flexibilizamos o calendário; flexibilizamos a forma de apresentação das aulas e permitimos, até, que o calendário possa se estender, em 2021, em paralelo com o novo ano escolar. Tudo isso, para garantir segurança, estabilidade e um ano ativo para nossos alunos — afirmou.

Fávaro enfatizou também a aprovação do novo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Em sua opinião, trata-se de uma matéria muito importante e fundamental, uma vez que esse fundo garantirá mais recursos para o desenvolvimento e a melhoria na qualidade da educação do país. 

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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POLÍTICA NACIONAL

Confúcio comemora criação de grupo Brasil, Clima, Floresta e Agricultura

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O senador Confúcio Moura (MDB-RO) comemorou, em pronunciamento nesta quinta-feira (2), a instituição da Coalizão Brasil, Clima, Floresta e Agricultura, criado pela sociedade civil para a preservação do meio ambiente. De acordo com o senador, a iniciativa será importante para combater o desmatamento e promover a sustentabilidade no Brasil.

Para Confúcio, um dos pontos mais importantes do grupo é a união de empresários, bancos, ambientalistas e produtores rurais de grãos e de gado . Segundo o senado, antes não havia comunicação entre os integrantes do grupo.  

— Todos juntos, Brasil, Clima, Floresta e Agricultura. Isso é o máximo. Isso vem significar que a sociedade civil, a iniciativa privada, as entidades que defendem o meio ambiente se juntaram. Se juntaram para, inclusive, pressionar o governo, pressionar os estados para não permitirem desmatamento a mais, a combater queimadas, a pensar na preservação ambiental e produzir de maneira sustentável —  disse.

O senador também destacou a importância do agronegócio para o país. De acordo com ele, se o Brasil corre o risco de ser isolado se não abandonar medidas destrutivas, como desmatamento e ocupação de reservas indígenas.

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— Se a gente não fizer o dever de casa, o mundo vai se fechar contra o Brasil — afirmou. 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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