POLÍTICA NACIONAL

Proposta recria dedução do IR para contribuição patronal por empregado doméstico

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Luis Macedo/Câmara dos Deputados
Deputada Jaqueline Cassol discursa no plenário
Jaqueline Cassol: Executivo deverá incluir a renúncia fiscal nas leis orçamentárias

O Projeto de Lei 2204/20 permite que o empregador doméstico deduza do Imposto de Renda (IR) devido na declaração anual o valor recolhido à Previdência Social a título de contribuição previdenciária patronal relativa a um empregado.

O texto em tramitação na Câmara dos Deputados altera a Lei 9.250/95 para recriar regra existente de 2006 a 2018 como incentivo à formalização das relações de trabalho em âmbito doméstico. A ideia é permitir a dedução até o ajuste anual do IR em 2025.

“Não houve alteração no cenário de emprego no Brasil que justifique abrirmos mão de ferramenta tão importante”, disse a autora, deputada Jaqueline Cassol (PP-RO). Ela lembrou que o Poder Executivo deverá incluir a renúncia fiscal nas leis orçamentárias.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Ralph Machado
Edição – Wilson Silveira

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POLÍTICA NACIONAL

‘Pessoal da esquerda não quer ganhar eleição, quer lacrar’, diz Márcio França

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Márcio França
Governo do Estado de São Paulo

‘Pessoal da esquerda não quer ganhar eleição, quer lacrar’, diz Márcio França

O candidato do PSB, Márcio França, afirmou, nesta quinta-feira (29), que a esquerda não quer ganhar eleição, “quer lacrar”. A fala foi dita após o candidato pregar voto útil da esquerda no primeiro turno da eleição para a Prefeitura de São Paulo.

“O pessoal de esquerda não quer ganhar eleição, quer lacrar”, afirmou o candidato, citando Guilherme Boulos (PSOL), que tem aparecido em 3º lugar nas pesquisas.

“Boulos é candidato a presidente da República. Caso não dê certo em São Paulo e o Haddad (PT) estiver fraco ou desaparecido, ele vira o candidato líder da esquerda”, completou França, que deu essas declarações durante live do jornal ‘O Estado de S. Paulo’.

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E completou: “Boulos nunca foi nada na política. Se jogá-lo nessa fria (governar São Paulo), ele vai meter gasolina e fogo no paiol.”

O candidato ainda afirmou que sempre esperou ir para o segundo turno com o candidato do PSDB, Bruno Covas.

“Desde o início, eu sempre disse que eu iria para o segundo turno com o Bruno. A outra vaga, não se sabia se teria um outro candidato à direita. Russomanno é famoso, mas tradicionalmente, ele cai no final. No restante, o PT e o Boulos. O PT tem um rapaz que a vida inteira serviu ao PT, mas que o partido acha que ele não é a pessoa certa. É injusto”.

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